
Gustavo Petro compartilhou uma postagem que acusa Washington de apoiar os militares de Rabat, em ligação com o que ele então classificou como “a invasão civil” marroquina ao enclave espanhol de Ceuta, no Norte da África.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, compartilhou neste domingo (2) uma postagem que acusa Washington de apoiar os militares de Rabat, em ligação com o que ele então classificou como “a invasão civil” marroquina ao enclave espanhol de Ceuta, no Norte da África.
Petro também acusou o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de financiar ações desestabilizadoras do Marrocos e de estar por trás da suposta fraude eleitoral na Colômbia.
No fim de julho, Ceuta registrou uma entrada em massa de migrantes vindos do Marrocos. No dia 31 de julho, o presidente da cidade autônoma de Ceuta, Juan Jesús Vivas, afirmou que cerca de 60 mil pessoas entraram no território a partir do Marrocos em um único dia. Em meio à crise, ocorreram distúrbios, levando ao reforço do efetivo da polícia, da Guarda Civil e das Forças Armadas.
A invasão civil de marroquinos a Ceuta imita a aliança que Franco fez com os descendentes do antigo Califado de Córdoba para reingressar na Espanha e derrubar a República libertária.
O povo marroquino deve deixar de olhar para a Espanha e concentrar-se no próprio poder do Marrocos, que se entregou aos desígnios de um genocida foragido da Justiça mundial: Netanyahu.
O inimigo não é o ser humano pobre. O inimigo está no dinheiro de um foragido da Justiça acusado de cometer genocídio, que paga aos pobres do Islã para emigrar à Espanha: Netanyahu.
É hora de os povos europeus e árabes ocuparem as ruas.
Com dinheiro — o mesmo que financiou os mísseis lançados sobre Gaza para matar bebês, mulheres e idosos — tiraram a liberdade da Palestina e agora querem destruir o progressismo democrático da Europa. Querem destruir a Palestina e também a essência democrática e libertária de toda a Europa, a própria essência da cultura ocidental.
É a Espanha que agora deve ser respeitada, porque não é mais Franco, o fascista que pagava para invadir e bombardear Guernica ou para usar árabes na invasão da República libertária. Quem paga agora é Netanyahu, o homem que matou 22 mil bebês palestinos, na terra onde nasceu Jesus e onde está a cidade sagrada e multicultural de Jerusalém.
É Netanyahu quem financiou a fraude eleitoral na Colômbia e, por isso, querem me silenciar.
Solicito à coordenação das testemunhas digitais das eleições da Colômbia que exponha imediatamente, sem esperar até segunda-feira, o padrão estatístico que, por meio de algoritmos, foi imposto às decisões do povo soberano colombiano.
– Gustavo Petro





