
Porcelana é apontada como integrante do CV pela Polícia Civil de Roraima. Em 2023, foi condenada a cinco anos de detenção por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Na operação de 2022 que a prendeu, foram apreendidos 1,7 kg de cocaína, duas armas e 45 munições.
O chefão do Comando Vermelho no Amazonas, Francisco Myller Moreira da Cunha, conhecido como “Gringo” ou “Suíça”, morto durante a megaoperação no Rio de Janeiro, foi homenageador pela amiga Evelyn Lorrany Nogueira de Lima, 23 anos, a “Porcelana”.
“Descansa em paz, meu amigo. Você vai nos fazer muita falta”, escreveu Porcelana no Instagram. Evelyn é investigada por envolvimento na fuga de quatro detentos do maior presídio de Roraima. “Você vai nos fazer muita falta”, destacou.
O chefão do Comando Vermelho no Amazonas estava foragido desde abril de 2024 e era condenado a 34 anos pelo assassinato de Samuel Paz de Andrade em 2021. Seu nome integra a lista de 109 identificados entre os mais de 120 mortos no confronto.
Porcelana é apontada como integrante do CV pela Polícia Civil de Roraima. Em 2023, foi condenada a cinco anos de detenção por tráfico de drogas e porte ilegal de arma. Na operação de 2022 que a prendeu, foram apreendidos 1,7 kg de cocaína, duas armas e 45 munições.
O caso da fuga de presos investiga pessoas que forneceram apoio logístico, transporte e possivelmente armas aos foragidos. Gringo, natural de Eirunepé (AM), completou 32 anos um dia antes da operação que resultou em sua morte.





