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Lula debulha açaí e Janja dança carimbó em comunidade quilombola no Pará

Lula acompanhou a colheita e debulha do cacho de açaí. O presidente chegou de barco a Acará (PA), ao lado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, e dos ministros Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) e Anielle Franco (Igualdade...

Lula debulha açaí e Janja dança carimbó em comunidade quilombola no Pará

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanhou o processo de colheita e de debulha do cacho de açaí, na comunidade quilombola Itacoã-Miri, no município de Acará (PA), a 120 km de Belém.

Às vésperas do início da COP30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanhou o processo de colheita e de debulha do cacho de açaí, na comunidade quilombola Itacoã-Miri, no município de Acará (PA), a 120 km de Belém.

Lula acompanhou a colheita e debulha do cacho de açaí. O presidente chegou de barco a Acará (PA), ao lado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, e dos ministros Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) e Anielle Franco (Igualdade Racial).

Após recolher o cacho de açaí, morador mostrou como ele é debulhado. No local, Lula desafiou os jornalistas a subirem no açaizeiro. “Quem subir vai ganhar uma manchete na capa, como coisa inusitada”, brincou. Ao finalizar o processo, o presidente enalteceu a participação no trabalho… – Veja mais em https://.

“Quando você estiver tomando açaí em Belém, São Paulo, Berlim, Paris ou Dubai, tem que saber que foi o Lula que tirou”, brinca o presidente.

Líder comunitária mostrou ao presidente como se toma açaí no Pará. A tradição prega a ingestão do fruto com farinha d’água ou farinha de tapioca, acompanhado de uma proteína.

Lula ainda vai participar de uma roda de conversa na comunidade. Lula entregou aos moradores a titulação de terra no Pará, em 2003. Na sequência, o presidente visitará um assentamento na Ilha Grande, uma das situadas no arquipélago de Belém.

Lula também participou do evento que busca o fortalecimento da organização comunitária. A medida ajuda nos avanços em áreas como educação, saúde, infraestrutura e cultura. A comunidade possui uma escola quilombola, que atende até o 5º ano do ensino fundamental e um posto de saúde com atendimento realizado por uma enfermeira e visitas regulares de um médico.

Sede da associação comunitária funciona como espaço de mobilização e gestão local. Para isso, a comunidade dispõe ainda de um centro cultural, com projeto de energia sustentável e alojamento e redário para visitantes, o que ajuda a promover o turismo de base comunitária.

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