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Dólar cai a R$ 5,46 e Bolsa sobe com alívio na crise entre EUA e China

O Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações negociadas na Bolsa de Valores do Brasil (B3), fechou o pregão em forte alta, beirando os 142 mil pontos.

Dólar cai a R$ 5,46 e Bolsa sobe com alívio na crise entre EUA e China

O dólar terminou a sessão desta segunda-feira (13/10) em forte baixa, em meio à diminuição nas tensões comerciais e diplomáticas entre Estados Unidos e China, as duas maiores potências econômicas do planeta.

Em um dia de otimismo nos mercados globais, o dólar terminou a sessão desta segunda-feira (13/10) em forte baixa, em meio à diminuição nas tensões comerciais e diplomáticas entre Estados Unidos e China, as duas maiores potências econômicas do planeta.

Ainda no front externo, os investidores reagiram de forma positiva ao cessar-fogo na Faixa de Gaza, que interrompeu o conflito entre Israel e o Hamas após mais de dois anos, com a libertação dos reféns que estavam sob domínio do grupo terrorista, em um acordo costurado pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

O Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações negociadas na Bolsa de Valores do Brasil (B3), fechou o pregão em forte alta, beirando os 142 mil pontos.

Dólar

  • O dólar fechou o dia em forte queda de 0,75%, negociado a R$ 5,462.
  • Na cotação máxima da sessão, a moeda norte-americana bateu R$ 5,499. A mínima foi de R$ 5,442.
  • Na última sexta-feira (10/10), o dólar disparou 2,38% e terminou a sessão cotado a R$ 5,503.
  • Com o resultado, a moeda dos EUA acumula ganhos de 2,65% no mês e perdas de 11,69% no ano frente ao real.

Ibovespa

  • O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), fechou em alta de 0,78%, aos 141,7 mil pontos.
  • Na pontuação máxima do pregão, o indicador cravou 142.302,81 pontos.
  • No último pregão da semana passada, o Ibovespa fechou em queda de 0,73%, aos 140,6 mil pontos.
  • Com o resultado, a Bolsa brasileira acumula baixa de 2,92% em outubro e alta de 17,84% em 2025.

No primeiro pregão da semana, os investidores monitoraram a escalada nas tensões comerciais e diplomáticas entre EUA e China, as duas maiores potências econômicas do planeta.

No domingo (12/10), Donald Trump afirmou que quer “ajudar e não prejudicar a China”, apenas dois dias depois de impor tarifas de 100% sobre produtos chineses. Em publicação na Truth Social, rede social do republicano, Trump também disse que o líder chinês, Xi Jinping, “teve um momento ruim” com o aumento tarifário e que ele “não quer a depressão do seu país”, se referindo a possíveis retaliações econômicas de Pequim.

“Não se preocupem com a China, vai ficar tudo bem! O altamente respeitado presidente Xi apenas teve um momento ruim. Ele não quer uma depressão para o seu país — e eu também não quero. Os EUA querem ajudar a China, não prejudicá-la!”, declarou.

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