
Após o encontro com Rubio, Vieira disse que os EUA poderiam apresentar já nesta sexta uma resposta à proposta brasileira para reduzir as tarifas.
O dólar passou a operar em queda nesta sexta-feira (14/11), última sessão da semana e dia no qual os mercados repercutem o avanço das negociações entre Brasil e Estados Unidos acerca do tarifaço comercial imposto pela Casa Branca.
Também estão no radar dos investidores declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), que podem dar indicações sobre a trajetória da taxa básica de juros no país.
No cenário doméstico, o destaque é a divulgação do detalhamento dos dados de emprego no Brasil referentes ao terceiro trimestre deste ano.
Dólar
- Às 12h12, o dólar caía 0,2%, a R$ 5,287.
- Mais cedo, às 11h, a moeda norte-americana avançava 0,22% e era negociada a R$ 5,309.
- Na cotação máxima do dia até aqui, o dólar bateu R$ 5,316. A mínima é de R$ 5,285.
- Na véspera, o dólar fechou em leve alta de 0,1%, cotado a R$ 5,298.
- Com o resultado, a moeda dos EUA acumula perdas de 1,53% em novembro e de 14,26% frente ao real em 2025.
Ibovespalta firme no pregão
- O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores do Brasil (B3), engatou uma a.
- Às 12h16, o Ibovespa avançava 0,57%, aos 158 mil pontos.
- No dia anterior, o indicador fechou o pregão em baixa de 0,3%, aos 157,1 mil pontos.
- Com o resultado, a Bolsa brasileira acumula ganhos de 5,1% no mês e de 30,76% no ano.
Nesta sexta-feira, os investidores repercutem a reunião da véspera entre o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, em Washington. Na pauta, as tarifas comerciais de até 50% impostas pelo governo do presidente norte-americano Donald Trump a grande parte das exportações brasileiras.
Após o encontro com Rubio, Vieira disse que os EUA poderiam apresentar já nesta sexta uma resposta à proposta brasileira para reduzir as tarifas. Segundo o chanceler, o secretário de Estado norte-americano garantiu que o tema está sendo analisado e que Washington quer avançar sobre o tema “muito proximamente”.
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