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Média de desemprego cai a 6,6% em 2024 e atinge o menor patamar da história

O total de desalentados também caiu. Foi de 3,7 milhões de pessoas em 2023 para 3,3 milhões em 2024. A maior estimativa para essa população ocorreu em 2021 (5,6 milhões) e a menor, em 2014 (1,6 milhão de desalentados).

Média de desemprego cai a 6,6% em 2024 e atinge o menor patamar da história

O país também bateu recorde de pessoas ocupadas: mais de 103,3 milhões, na média do ano.

O Brasil, sob o governo do presidente Lula (PT), encerrou 2024 com uma taxa de desemprego de 6,6%, a menor já registrada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), conforme dados divulgados pelo IBGE. No quarto trimestre, a taxa caiu para 6,2%, alinhando-se às expectativas do mercado.

O país também bateu recorde de pessoas ocupadas: mais de 103,3 milhões, na média do ano.

A redução no desemprego reflete a criação de mais de 1,7 milhão de empregos formais ao longo do ano, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Esse crescimento foi impulsionado por setores como comércio e construção, que apresentaram desempenho positivo.

A média anual da taxa de desemprego também caiu de 7,8% em 2023 para 6,6% em 2024, evidenciando uma recuperação contínua do mercado de trabalho brasileiro.

O total de desalentados também caiu. Foi de 3,7 milhões de pessoas em 2023 para 3,3 milhões em 2024. A maior estimativa para essa população ocorreu em 2021 (5,6 milhões) e a menor, em 2014 (1,6 milhão de desalentados).

O governo federal reforça o compromisso com a criação de empregos de qualidade e a formalização do trabalho, visando consolidar os resultados positivos e promover um crescimento econômico sustentável nos próximos anos.