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De olho em votos, governadores da direita prometem anistia a Bolsonaro

Flávio Bolsonaro (PL) afirmou em junho que o pai só apoiaria um candidato que garantisse um indulto e estivesse disposto até a “brigar no STF” por ele

De olho em votos, governadores da direita prometem anistia a Bolsonaro

Governadores da direita cotados para disputar o Planalto em 2026 entraram de vez no debate sucessório ao defender anistia para Jair Bolsonaro (PL), numa tentativa clara de herdar o capital eleitoral do ex-presidente

Governadores da direita cotados para disputar o Planalto em 2026 entraram de vez no debate sucessório ao defender anistia para Jair Bolsonaro (PL), numa tentativa clara de herdar o capital eleitoral do ex-presidente após sua condenação definitiva pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Com informações da Folha de S.Paulo.

Perdão incondicional –  Tarcísio de Freitas (Republicanos), Romeu Zema (Novo), Ratinho Jr. (PSD) e Ronaldo Caiado (União Brasil) já se manifestaram publicamente contra a prisão e acenaram que, eleitos, perdoariam Bolsonaro pela tentativa de golpe.

Apoio em troca de indulto –  Flávio Bolsonaro (PL) afirmou em junho que o pai só apoiaria um candidato que garantisse um indulto e estivesse disposto até a “brigar no STF” por ele. Até então tratado como herdeiro natural do bolsonarismo, Flávio perdeu força após ser associado a episódios que reforçaram a prisão do pai, como a convocação da vigília em frente ao condomínio onde Bolsonaro estava em domiciliar.

Sem membros do clã – Com o clã enfraquecido, líderes do Centrão passaram a enxergar uma oportunidade de lançar uma chapa apoiada por Bolsonaro, mas sem nenhum membro da família. O nome mais forte é Tarcísio, ex-ministro da Infraestrutura.
China impõe embargos E COMPLICA VIDA DO JAPÃO – A estratégia equivocada de confrontação com a China adotada por Takaichi, a nova premiê do Japão que contava com apoio dos EUA, desaba após Washington abandonar Toquio à própria sorte e a China cortar ajuda financeira e impor embargo de matérias primas e insumos, causando paralisação da indústria japonesa e acarretando enorme prejuízo econômico ao imprudente Japão.

Na corda bamba – Dependente dos fornecimentos chineses, das exportações para os EUA e com apoio militar negado por Trump, o humilhado Japão está impotente diante da China, que fica livre para cuidar tranquilamente da crise com Taiwan, que pretende anexar ao território chinês o mais breve possível.

Lá como cá – De alguns anos pra cá, o tráfico de drogas tornou-se o negócio mais rentável do Ocidente. Só que a repressao feroz e letal faz traficantes panamenhos abandonarem o tráfico e se tornarem prosaicos agentes turisticos. No Brasil é idêntico, só que os traficantes preferem entrar prá igrejas evangélicas e de lá pulam pra política, filiando-se aos partidos da direitalha golpista nazista com os quais já são coligados.

Briga de foice – Com Boçalasno pteso, os mais renomados comentaristas politicos brasileiros são unânimes em reconhecer o governador Tarcisio, de SP, como o pelego natural dos ricos e Lula, como o candidato dos pobres. Daí, há previsões de que os próximos passos de LULA se direcionarão também à “nobre” Faria Lima e não só às favelas e mocambos deste Brasil. Aguardem! * Nikolleite vai sentar – O deputado nazi-golpista Nikolas Ferreira usou celular em companhia de Bozoasno no dia em que o idiota golpista em tempo integral derreteu a tornozeleira e foi preso. Não satisfeito, o antipático e folgado moleque “avião” do narcotráfico detonou o Xandão nas redes e em breve será mais um “macho- xô” a sentar no colo do Xandão e falar fino pra tentar se explicar no STF. Tomara que se ferre!

É uma vergonha – Gilvan da Federal, deputado pelo PL/ES, no mais puro estilo MILICIANO BOZONAZISTA, desafiou o general Tomás Paiva, comandante do EB, para um duelo de três rounds numa rinha, na modalidade “briga de cachorro”, em desagravo aos militares golpistas presos pelo STF, que Gilvan queria que o EB houvesse evitado na base da porrada pura e simples. É soda, mas a direitalha quer mesmo incendiar o Brasil. Cadê o decoro, sô?