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Delcy Rodriguez é empossada presidente interina pela suprema corte venezuelana

General Vladmir Padrino Lopez, ministro da defesa de Maduro, revelou que apoiará à presidente Delcy, mas que as FFAA venezuelanas não admitirão ocupação militar permanente do país e muito menos opressão e saqueamento pelos americanos, pois se isto acontecer, promete,...

Delcy Rodriguez é empossada  presidente interina pela suprema corte venezuelana

Delcy Rodriguez anuncia que não admitirá interferência ianque

Empossada às pressas pela suprema corte venezuelana como “presidente interina”, a vice de Maduro, Delcy Rodriguez, todavia anuncia que não admitirá interferência ianque na administração venezuelana, embora aceite coexistir pacificamente com Washington para manter a paz em seu país.

General protesta – Correndo por fora desses arranjos políticos, o general Vladmir Padrino Lopez, ministro da defesa de Maduro, revelou que apoiará à presidente Delcy, mas que as FFAA venezuelanas não admitirão ocupação militar permanente do país e muito menos opressão e saqueamento pelos americanos, pois se isto acontecer, promete, haverá resistência armada venezuelana contra os invasores ianques.

Briga Judicial – Seja como for, o clima político na Venezuela é tranquilo e apesar de uma ligeira reação que pretende ser legal de setores bolivarianos do país, até mesmo o fato de Maduro ser levado preso e algemado para depor diante do mesmo juiz americano com 92 anos de idade que julgou os terroristas do atentado de 11 de Setembro, não teve grande repercussão entre os venezuelanos de dentro ou fora do país.

Crise lucrativa – Apesar de protestos oficiais de diversos países contra o abusivo sequestro de Maduro pelo ditador Trump dos EUA, o mercado manteve-se tranquilo, inclusive já sonhando com possivel baixa internacional nos preços dos derivados de petróleo, pois imagina-se que ao roubar e explorar à imensa reserva venezuelana do cru, os EUA inundarão o mundo ocidental com derivados baratos e a dependente Europa vê esse quadro com alegre ansiedade.

E o Brasil? – Enquanto o mundo lá fora tenta se ajustar a mais esta crise, a venezuelana, aqui no Brasil boa parte do povão já conta com a partida em massa dos refugiados venezuelanos existentes em nosso país, pois muitos creem que sobrarão vagas de emprego deixadas pelos que voltarem ao país deles. Já as autoridades se mantém covardemente em cima do muro, sendo que na fronteira, em Roraima e mesmo em Manaus, o ministério da defesa brasileiro reage à crise comprando mais latas de tinta branca para nossos “guerreiros” passem os próximos anos pintando meio-fios. Se o Brasil for invadido, nossas FFAA reagirão com BROCHAS NAS MÃOS. Que valentia, heim sô?