
Dos 68 mil hectares em que há exploração madeireira no Amazonas, 42 mil não tinham autorização dos órgãos ambientais para a atividade, de acordo com levantamento divulgado nesta sexta-feira (5) pelo instituto de pesquisa Imazon.
Dos 68 mil hectares em que há exploração madeireira no Amazonas, 42 mil não tinham autorização dos órgãos ambientais para a atividade, de acordo com levantamento divulgado nesta sexta-feira (5) pelo instituto de pesquisa Imazon. Isso significa que 62% da área com retirada de madeira no estado é ilegal.
Boca do Acre – Apenas dois municípios do sul do estado – Boca do Acre e Lábrea – concentram 75% de toda a exploração de madeira ilegal do Amazonas. Líder do ranking, Boca do Acre teve 20,5 mil hectares de exploração irregular, enquanto Lábrea teve 10,9 mil hectares com retirada de madeira ilegal.
Terras protegidas – A exploração ilegal de madeira invade áreas protegidas do estado, como terras indígenas e unidades de conservação, o que é uma preocupação não apenas em relação à degradação ambiental, mas à sobrevivências das comunidades que ocupam esses locais.
Amante em cargo fantasma – Sandro Saltara, ex-vereador de Belo Horizonte (MG), teve os direitos políticos suspensos por 14 anos pela Justiça (TJMG) nesta semana. Segundo condenação na Justiça, ele nomeou uma amante para cargo em comissão fantasma, além de se beneficiar com esquema de “rachadinha”.
Nepotismo – O único motivo para a nomeação da amante, segundo denúncia do Ministério Público, foi o relacionamento extraconjugal dos dois, o que além de constituir improbidade administrativa, também foi considerado nepotismo.
Nunca trabalhou – A mulher recebeu salários com dinheiro público sem nunca ter comparecido ao serviço. Segundo o juiz Mateus Bicalho de Melo Chavinho, não há dúvidas de que o casal tinha plena consciência dos ilícitos.
Assessor técnico – Além da amante, Saltara também nomeou um outro casal para cargos comissionados em seu gabinete, nas funções de assessor técnico e assessora de redação. Os três fizeram acordo para que o casal fosse nomeado, mas dispensado de exercer qualquer atividade funcional regular.





