
A PF concluiu que houve crime de peculato, associação criminosa, lavagem de dinheiro e advocacia criminosa.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) trabalha para se manifestar em relação ao caso das joias sauditas recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sobre o chamado inquérito da “Abin paralela”. A Polícia Federal concluiu os inquéritos em ambos os casos, e a PGR pretende apresentar uma conclusão ou ainda no fim de 2025 ou no início de 2026.
No caso das joias, PF indiciou Jair Bolsonaro (PL) mais 11 pessoas. Nesse caso, é apurada a venda ilegal no exterior de joias recebidas durante o mandato presidencial. O relatório final da investigação foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e aguarda parecer.
A PF concluiu que houve crime de peculato, associação criminosa, lavagem de dinheiro e advocacia criminosa. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, agora pode optar por apresentar denúncia, pedir novas diligências ou solicitar o arquivamento do caso. Se optar pela denúncia, o STF julga de torna réus e abre ação penal contra os denunciados.





