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Casa Branca exibe imagens de Maduro levado por agentes federais à prisão nos EUA

Maduro estava a bordo do navio USS Iwo Jima, mas foi transferido para uma aeronave que conduziu o presidente venezuelano a Nova York. Ele chegou juntamente com a esposa, Cilia Flores, à Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart.

Casa Branca exibe imagens de Maduro levado por agentes federais à prisão nos EUA

Casa Branca divulgou imagens do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, capturado pelo governo norte-americano, algemado e desejando “boa noite” aos agentes que o aguardavam nos Estados Unidos.

A Casa Branca divulgou imagens do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, capturado pelo governo norte-americano, algemado e desejando “boa noite” aos agentes que o aguardavam nos Estados Unidos.

São as primeiras imagens em que o rosto de Maduro aparece desde a captura. O líder venezuelano encontra-se sob custódia na agência antidrogas dos Estados Unidos em Nova York.

Maduro estava a bordo do navio USS Iwo Jima, mas foi transferido para uma aeronave que conduziu o presidente venezuelano a Nova York. Ele chegou juntamente com a esposa, Cilia Flores, à Base Aérea da Guarda Nacional de Stewart.

O governo americano informou que Maduro ficará detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York.

Em entrevista à Fox News, logo após a prisão do venezuelano, Trump relatou que acompanhou a ação como se fosse um “programa de TV”.

“Bem, nós assistimos a tudo de uma sala. Estávamos cercados por muitas pessoas, incluindo generais, e eles sabiam de tudo o que estava acontecendo. E era muito complexo, extremamente complexo”, afirmou por telefone.
Em seguida, o presidente acrescentou: “Na verdade, eles simplesmente invadiram, invadiram lugares em que não era permitido, arrombaram portas de aço que foram instaladas justamente para isso, e foram eliminados em questão de segundos. Nunca vi nada parecido”.

O governo venezuelano informou que ao menos 40 pessoas morreram durante o confronto na madrugada deste sábado (3/1). A informação foi publicada pelo The New York Times.

Segundo o jornal, um alto funcionário do governo da Venezuela confirmou o número e indicou que entre as vítimas há civis e soldados.