
O petroleiro, que originalmente se chamava "Bella 1", foi alvo do bloqueio americano às embarcações de transporte de crude venezuelanas. Impedido de atracar para abastecimento, os membros da tripulação furaram o bloqueio da guarda costeira norte-americana, tendo-se seguido uma perseguição ao mesmo nos últimos dias pelas águas do Caribe e mais tarde do Atlântico.
As forças militares dos EUA perseguiram um petroleiro ligado à Venezuela, mas que tem bandeira russa, no oceano Atlântico. Segundo a Bloomberg, a operação, que tinha como objetivo final a apreensão do navio, decorreu nesta quarta-feira, com a NBC a avançar que o petroleiro já está nas mãos dos operacionais americanos.
O petroleiro em causa, com o nome “Marinera”, tornou-se num ponto de tensão entre os EUA e a Rússia, após o ataque americano contra a Venezuela no fim de semana passado.
O petroleiro, que originalmente se chamava “Bella 1”, foi alvo do bloqueio americano às embarcações de transporte de crude venezuelanas. Impedido de atracar para abastecimento, os membros da tripulação furaram o bloqueio da guarda costeira norte-americana, tendo-se seguido uma perseguição ao mesmo nos últimos dias pelas águas do Caribe e mais tarde do Atlântico.
Nesta quarta-feira, o navio foi intercetado pelas forças americanas em águas localizadas entre a Islândia e a Escócia, e terá envolvido aeronaves de vigilância tanto americanas como britânicas, segundo a agência de notícias financeiras.
O Departamento de Defesa dos EUA ainda não comentou as informações. Um porta-voz do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse que o Reino Unido “não comenta atividades operacionais com outros países”.
O Marinera faz, alegadamente, parte da frota de navios-fantasma para movimentar petróleo russo. O jornal Wall Street Journal noticiou nesta quarta-feira que a Rússia destacou um submarino e outros meios para fazer a escolta do navio durante a fuga aos americanos. Moscovo terá ainda pedido a Washington o fim da perseguição àquele navio, segundo três fontes norte-americanas citadas pelo WSJ.





