
Segundo a nota divulgada pelo governo, os cubanos que perderam a vida estavam em combate durante a ofensiva dos Estados Unidos no sábado (3/1).
O governo de Cuba anunciou, no domingo (4/1), que pelo menos 32 cubanos morreram durante os ataques dos Estados Unidos à Venezuela. A investida norte-americana resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e da esposa dele, Cilia Flores.
Em comunicado nas redes sociais, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou luto nacional após a “morte de 32 combatentes cubanos na vil agressão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela”.
Segundo a nota divulgada pelo governo, os cubanos que perderam a vida estavam em combate durante a ofensiva dos Estados Unidos no sábado (3/1).
“Com profunda tristeza, nosso povo tomou conhecimento de que, durante o ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela, ocorrido na madrugada de 3 de janeiro de 2026, 32 cubanos perderam a vida em combate, enquanto cumpriam missões representando as Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior, a pedido de órgãos correspondentes daquele país”, anunciou o governo.
O país decretou luto de dois dias após a morte dos combatentes, que, segundo Cuba, “cumpriram honrosamente seu dever e tombaram, após feroz resistência, em combate direto contra os atacantes ou em consequência do bombardeio de instalações”.





