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Putin mantém exigência territorial e ameaça tomar áreas pela força

Durante um discurso combativo na reunião anual do Ministério da Defesa russo, Putin afirmou que Moscou seguirá buscando uma solução diplomática, mas deixou claro que recorrerá à força militar caso Kiev e seus aliados se recusem a aceitar as condições...

Putin mantém exigência territorial e ameaça tomar áreas pela força

“Preferimos eliminar as causas profundas do conflito por meio da diplomacia”, disse Putin. “Mas, se o país adversário e seus aliados estrangeiros se recusarem a participar de discussões substanciais, a Rússia conquistará a libertação de seus territórios históricos por meios militares”, acrescentou.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou nesta quarta-feira (17/12) que não pretende abrir mão das exigências territoriais impostas à Ucrânia, mesmo diante da crescente pressão por um acordo de paz, liderada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Durante um discurso combativo na reunião anual do Ministério da Defesa russo, Putin afirmou que Moscou seguirá buscando uma solução diplomática, mas deixou claro que recorrerá à força militar caso Kiev e seus aliados se recusem a aceitar as condições russas. O principal impasse segue sendo a exigência de que a Ucrânia ceda territórios atualmente ocupados por tropas russas.

“Preferimos eliminar as causas profundas do conflito por meio da diplomacia”, disse Putin. “Mas, se o país adversário e seus aliados estrangeiros se recusarem a participar de discussões substanciais, a Rússia conquistará a libertação de seus territórios históricos por meios militares”, acrescentou.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou nesta quarta-feira (17/12) que não pretende abrir mão das exigências territoriais impostas à Ucrânia, mesmo diante da crescente pressão por um acordo de paz, liderada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Durante um discurso combativo na reunião anual do Ministério da Defesa russo, Putin afirmou que Moscou seguirá buscando uma solução diplomática, mas deixou claro que recorrerá à força militar caso Kiev e seus aliados se recusem a aceitar as condições russas. O principal impasse segue sendo a exigência de que a Ucrânia ceda territórios atualmente ocupados por tropas russas.

“Preferimos eliminar as causas profundas do conflito por meio da diplomacia”, disse Putin. “Mas, se o país adversário e seus aliados estrangeiros se recusarem a participar de discussões substanciais, a Rússia conquistará a libertação de seus territórios históricos por meios militares”, acrescentou.

A Rússia anexou partes da região de Donbas, no leste da Ucrânia, mas ainda não controla totalmente o território. Forças russas também assumiram o controle de Pokrovsk — importante centro logístico no leste do país — e da localidade de Vovchansk, na região de Kharkiv.

Na segunda-feira (15/12), Volodymyr Zelensky, reiterou que a Ucrânia não reconhecerá como russas as áreas temporariamente ocupadas de Donbas. Em pronunciamento na noite de quarta-feira, ele reagiu de forma indireta às falas de Putin sobre “terras históricas”.

“Existem outros países na Europa que alguém na Rússia poderá um dia chamar de ‘terras históricas’”, alertou Zelensky. “Precisamos de proteção real contra essa história de loucura russa.”