
Ministério das Relações Exteriores da China afirmou nesta segunda-feira (22) que a apreensão de navios de outro país pelos Estados Unidos constitui uma grave violação do direito internacional
O Ministério das Relações Exteriores da China afirmou nesta segunda-feira (22) que a apreensão de navios de outro país pelos Estados Unidos constitui uma grave violação do direito internacional, após os EUA interceptarem um petroleiro com destino à China na costa venezuelana.
O petroleiro, Centuries, carregou na Venezuela sob o nome falso de “Crag” e transportava cerca de 1,8 milhão de barris de petróleo bruto venezuelano do campo de Merey com destino à China, segundo documentos.
O petróleo bruto foi comprado pela Satau Tijana Oil Trading, uma das muitas intermediárias envolvidas nas vendas da estatal petrolífera venezuelana PDVSA para refinarias independentes chinesas, segundo os documentos.
Um porta-voz da Casa Branca afirmou que o “navio com bandeira falsa” transportava petróleo sujeito a sanções e fazia parte da frota paralela da Venezuela.
O governo venezuelano classificou a interceptação do petroleiro como um “grave ato de pirataria internacional”.
A China é a maior compradora de petróleo bruto venezuelano, representando cerca de 4% de suas importações.





