
Até essa segunda-feira (20/10), o influenciador estava na Superintendência da PF, na Lapa, na zona oeste da capital. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), ele foi transferido para o Centro de Detenção Provisória IV de Pinheiros, também na zona oeste.
O influenciador Bruno Alexssander Souza Silva, conhecido como Buzeira, detido em operação da Polícia Federal (PF), é alvo de novo pedido de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). No processo, ele é réu por participação em um esquema de lavagem de dinheiro de rifas on-line.
A ação tramita na 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores de São Paulo e está sob segredo de justiça.
Buzeira foi preso no dia 14 de outubro na Operação Narco Bet, que tem como objetivo desarticular um esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao tráfico internacional de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC).
O Ministério Público de São Paulo confirmou o recebimento da denúncia e o pedido de prisão.
Até essa segunda-feira (20/10), o influenciador estava na Superintendência da PF, na Lapa, na zona oeste da capital. Segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), ele foi transferido para o Centro de Detenção Provisória IV de Pinheiros, também na zona oeste.
Segundo a PF, Buzeira recebeu R$ 19,7 milhões de Rodrigo Morgado, que é investigado por enviar 3 toneladas de cocaína para a Europa e apontado como líder da organização criminosa. O dinheiro foi depositado em uma conta da empresa do influenciador, a Buzeira Digital.
O influenciador é considerado um dos rostos “legítimos” usados para lavar o dinheiro da facção em apostas e rifas on-line, disfarçadas de promoções e sorteios.
Na audiência de custódia após sua prisão, Buzeira afirmou que fatura entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões por mês com publicidade em suas redes sociais (veja abaixo).





