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Postos de combustíveis são lacrados em SP por suspeita de elo com PCC

Ao todo, seis postos de combustíveis são alvos da Operação Octanagem: três em Praia Grande, dois em Santos e um em Araraquara, no interior paulista.

Postos de combustíveis são lacrados em SP por suspeita de elo com PCC

Os estabelecimentos são ligados ao empresário Mohamad Hussein Mourad, investigado na Operação Carbono Oculto, que revelou a infiltração do PCC na cadeia de produção e distribuição de combustíveis no país.

Bombas de combustíveis foram lacradas em postos da Baixada Santista durante a Operação Octanagem, deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira (21). O número total de bombas interditadas não foi informado. A ação, que segue em andamento, cumpre mandados de busca e apreensão em estabelecimentos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Ao todo, seis postos de combustíveis são alvos da Operação Octanagem: três em Praia Grande, dois em Santos e um em Araraquara, no interior paulista.

Os estabelecimentos são ligados ao empresário Mohamad Hussein Mourad, investigado na Operação Carbono Oculto, que revelou a infiltração do PCC na cadeia de produção e distribuição de combustíveis no país.

A ação é conduzida pela Polícia Civil, com apoio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) e da Secretaria da Fazenda.

“Estamos analisando esses postos para saber se estão em condições adequadas para o consumo, se há sonegação fiscal e descobrir quem são os sócios ocultos com envolvimento nesse esquema criminoso”, disse o delegado Tiago Fernando Correia, responsável pela operação.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), durante as fiscalizações, as equipes constataram a adulteração de combustível e fraude volumétrica, quando as bombas liberam menos combustível do que o indicado no visor, em um dos postos, cujo endereço não foi divulgado.

“Estamos analisando esses postos para saber se estão em condições adequadas para o consumo, se há sonegação fiscal e descobrir quem são os sócios ocultos com envolvimento nesse esquema criminoso”, disse o delegado Tiago Fernando Correia, responsável pela operação.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), durante as fiscalizações, as equipes constataram a adulteração de combustível e fraude volumétrica, quando as bombas liberam menos combustível do que o indicado no visor, em um dos postos, cujo endereço não foi divulgado.

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