
A relatoria de Toffoli no caso passou a ser questionada após divulgação de relação entre o resort Tayayá, vinculado ao magistrado, teve relações com fundos relacionados ao Master.
A Polícia Federal (PF) apresentou arguição de suspeição contra o ministro Dias Toffoli no Supremo Tribunal Federal (STF). A partir da extração dos aparelhos eletrônicos de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Fachin comunica Toffoli – No meio das conversas encontradas no aparelho de Vorcaro há menções ao nome do ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF. Ao receber o documento, na última segunda-feira (9/2), Fachin mandou para Toffoli responder dentro do processo, que tramita em sigilo.
PGR – O entendimento entre alguns integrantes da Corte é que a Arguição de Suspeição deveria ser de autoria da Procuradoria-Geral da República (PGR), que é a responsável por analisar os materiais apreendidos na operação Compliance Zero.
Relatoria questionada – A relatoria de Toffoli no caso passou a ser questionada após divulgação de relação entre o resort Tayayá, vinculado ao magistrado, teve relações com fundos relacionados ao Master.
Ilações – Em nota, o gabinete de Toffoli afirmou que “o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações”. “Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte”, declarou.





