
Flávio Bolsonaro pede ainda que os EUA “monitorem a liberdade de expressão” do povo brasileiro e “apliquem pressão diplomática para que nossas instituições funcionem corretamente”.
“Em maio de 2022, durante as tentativas do então presidente Jair Bolsonaro (PL) de desacreditar as eleições brasileiras por meio de ataques às urnas eletrônicas e outras teorias conspiratórias vazias, a Folha registrou neste espaço:
“[Jair Bolsonaro] atiça os ânimos de alguns poucos dispostos a participar de seus ensaios golpistas, que alternam intimidações e recuos enquanto se mantém elevado o risco de derrota em outubro. (…)
O fato de o jornal voltar ao tema da lisura das eleições brasileiras reforça a indigência do debate público advinda da ascensão da direita populista com Donald Trump, em 2016, e, no Brasil, com Bolsonaro, dois anos depois.
Segundo o senador pelo Rio, ele será o escolhido desde que haja “eleições livres e justas”: “Se o nosso povo puder se expressar livremente nas redes sociais e se os votos forem contados corretamente, nós venceremos”.
Flávio Bolsonaro pede ainda que os EUA “monitorem a liberdade de expressão” do povo brasileiro e “apliquem pressão diplomática para que nossas instituições funcionem corretamente”. (…)





