×

Boric elogia democracia brasileira após julgamento de Bolsonaro

Em memória da data, Boric participou, na quinta, de uma cerimônia no Cemitério Geral do Chile com a família de Allende. Em uma das postagens que fez nas redes sociais pela data, o chefe de Estado chileno também conclamou: “democracia...

Boric elogia democracia brasileira após julgamento de Bolsonaro

"Meus respeitos à democracia brasileira, que resistiu a uma tentativa de golpe de Estado e hoje julga e condena os seus responsáveis. Tentaram destruí-la e hoje ela sai fortalecida", escreveu Boric na rede social X.

O presidente do Chile, Gabriel Boric, elogiou a democracia brasileira após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros sete réus por plano de golpe de Estado, na quinta-feira (11).

“Meus respeitos à democracia brasileira, que resistiu a uma tentativa de golpe de Estado e hoje julga e condena os seus responsáveis. Tentaram destruí-la e hoje ela sai fortalecida”, escreveu Boric na rede social X.

O líder chileno concluiu a publicação afirmando “democracia sempre”. O comentário acompanhou o compartilhamento de uma notícia que informava que Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por participação em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

A condenação de Bolsonaro e dos demais réus coincidiu com o aniversário do golpe de Estado contra Salvador Allende, em 11 de setembro de 1973, que resultou na morte do ex-presidente chileno e instaurou a ditadura de Augusto Pinochet.

Em memória da data, Boric participou, na quinta, de uma cerimônia no Cemitério Geral do Chile com a família de Allende. Em uma das postagens que fez nas redes sociais pela data, o chefe de Estado chileno também conclamou: “democracia sempre”.

Boric, ex-dirigente estudantil e ex-deputado, governa o Chile desde 2022 e deixará o poder em março do ano que vem.

Em julho, ele foi anfitrião, em Santiago do Chile, de uma cúpula de presidentes de esquerda denominada “Democracia Sempre”, que contou com participação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Gustavo Petro, da Colômbia, Yamandú Orsi, do Uruguai, e Pedro Sánchez, da Espanha.