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Apostila do governo Tarcísio erra e diz que II Guerra aconteceu na década de 1950

O trecho diz: “Na década de 1950, a Europa foi o palco de um grande conflito, a 2ª Guerra Mundial. Os países destacados no mapa lutaram em lados opostos do conflito, mas, após seu fim, se viram obrigados a enfrentar...

Apostila do governo Tarcísio erra e diz que II Guerra aconteceu na década de 1950

O erro foi denunciado por um professor da rede estadual de São José dos Campos (SP) ao gabinete do deputado estadual Emídio de Souza (PT).

Um material didático distribuído pela Secretaria de Educação de São Paulo, sob a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), informou incorretamente que a Segunda Guerra Mundial (1939–1945) ocorreu na década de 1950, conforme informações da Folha de S.Paulo.

O erro foi denunciado por um professor da rede estadual de São José dos Campos (SP) ao gabinete do deputado estadual Emídio de Souza (PT).

A informação incorreta aparece em um conteúdo digital de geografia sobre “Globalização e economia mundial”, voltado para alunos da segunda série do ensino médio.

O trecho diz: “Na década de 1950, a Europa foi o palco de um grande conflito, a 2ª Guerra Mundial. Os países destacados no mapa lutaram em lados opostos do conflito, mas, após seu fim, se viram obrigados a enfrentar uma nova ordem mundial com duas grandes potências: os EUA e a URSS.”

Tela de projeção exibe texto em português sobre o uso de dados em saúde para melhorar a qualidade do atendimento. O texto destaca a importância de dados para identificar necessidades, planejar ações e avaliar resultados, mencionando a necessidade de dados confiáveis e atualizados. A tela tem fundo branco com texto em preto e um cabeçalho em vermelho.
Foto de material didático distribuído a escolas estaduais de SP com informação errada sobre Segunda Guerra Mundial. Foto: Reprodução

O erro motivou cobrança de providências. “A educação de São Paulo é cheia de problemas. Agora está caindo nos índices nacionais e crescendo no ranking dos absurdos”, afirmou o deputado Emídio de Souza, que acionou o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pedindo a correção do material e a responsabilização dos envolvidos.

Em nota, a Secretaria da Educação reconheceu o erro e informou que determinou a retificação do conteúdo. “A Coordenadoria Pedagógica da Seduc-SP está reforçando os procedimentos de revisão e controle de qualidade dos recursos didáticos utilizados na rede estadual”, afirmou o órgão.