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Atirador em jantar de Trump pode ser condenado à prisão perpétua

Na audiência realizada nesta segunda-feira (27) em um tribunal de Washington, Allen enfrentou três acusações principais: tentativa de assassinato do presidente, transporte interestadual de arma de fogo para cometer um crime e disparo de arma de fogo durante um crime...

Atirador em jantar de Trump pode ser condenado à prisão perpétua

O professor Cole Thomas Allen, de 31 anos, foi formalmente acusado de tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após invadir um evento na noite de sábado (25), em Washington.

O professor Cole Thomas Allen, de 31 anos, foi formalmente acusado de tentativa de assassinato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após invadir um evento na noite de sábado (25), em Washington.

O caso ocorreu durante o tradicional jantar anual dos correspondentes da Casa Branca, no qual o presidente se encontra com jornalistas que cobrem sua administração. Nos EUA, a tentativa de assassinato é um crime que pode resultar em pena de prisão perpétua.

Na audiência realizada nesta segunda-feira (27) em um tribunal de Washington, Allen enfrentou três acusações principais: tentativa de assassinato do presidente, transporte interestadual de arma de fogo para cometer um crime e disparo de arma de fogo durante um crime violento.

As penas associadas a essas acusações variam de 10 anos a prisão perpétua. A procuradora-geral do Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, adiantou que novas acusações podem ser apresentadas à medida que as investigações avançam.

Jeanine Pirro confirmou esses detalhes em coletiva de imprensa, descrevendo o ataque como um ato deliberado contra o presidente dos Estados Unidos. Durante a audiência, Allen permaneceu calmo e não se declarou culpado nem inocente, respondendo apenas às perguntas do juiz.

Em meio à pressão, os promotores pediram a prisão preventiva dele, que foi determinada pelo tribunal. O acusado permanecerá sob custódia até a próxima audiência marcada para quinta-feira (30). As investigações estão em andamento, e novos crimes podem ser acrescentados ao processo.

O incidente ocorreu durante um evento que reunia figuras de alto escalão do governo Trump, incluindo a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance. Os tiros disparados interromperam a cerimônia, causando pânico entre os presentes, que se agacharam para se proteger.