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Alcolumbre cancela sessão e cobra acordo sobre vetos de Lula: “Inacreditável”

Alcolumbre reclamou da manutenção das divergências, mesmo após a retirada de centenas de dispositivos e de parte dos vetos inicialmente previstos. “É inacreditável”, afirmou ao comentar as resistências de parlamentares e do governo aos itens selecionados.

Alcolumbre cancela sessão e cobra acordo sobre vetos de Lula: “Inacreditável”

Segundo o senador, líderes da Câmara e do Senado não conseguiram se reunir para discutir a sessão antes da data marcada. “Líderes partidários da Câmara e do Senado não conseguiram se reunir para tratar especificamente dessa sessão”, afirmou.

O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), cancelou a sessão conjunta prevista para esta quinta (18), que analisaria vetos do presidente Lula e projetos de crédito orçamentário. A decisão foi anunciada após a falta de entendimento entre as lideranças partidárias sobre os itens da pauta.

Alcolumbre afirmou que deputados e senadores tiveram cerca de 30 dias para negociar as propostas, mas não chegaram a um consenso. “Infelizmente, nós não conseguimos construir um acordo”, declarou o presidente do Congresso.

Segundo o senador, líderes da Câmara e do Senado não conseguiram se reunir para discutir a sessão antes da data marcada. “Líderes partidários da Câmara e do Senado não conseguiram se reunir para tratar especificamente dessa sessão”, afirmou.

O presidente do Congresso disse que pretende convocar uma nova sessão antes do recesso parlamentar de julho. Alcolumbre fixou um prazo de até 15 dias e indicou que a votação ocorrerá mesmo sem acordo entre as bancadas. “Com acordo ou sem acordo, daqui a 15 dias, antes do recesso, eu espero ter uma sessão do Congresso”, disse.

Alcolumbre reclamou da manutenção das divergências, mesmo após a retirada de centenas de dispositivos e de parte dos vetos inicialmente previstos. “É inacreditável”, afirmou ao comentar as resistências de parlamentares e do governo aos itens selecionados.

O senador também disse que pretende dividir a apreciação dos mais de 90 vetos pendentes em mais sessões para acelerar as votações. “Nós vamos tentar construir não duas sessões do Congresso, mas três”, declarou.