
Balogun havia recebido cartão vermelho na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina. Pelo Código Disciplinar da Fifa, a expulsão geraria suspensão automática de uma partida.
A Bélgica obteve nesta segunda-feira (06) o direito de recorrer da decisão da Fifa que suspendeu a punição de um jogo aplicada a Folarin Balogun, atacante da seleção dos Estados Unidos, às vésperas do confronto entre as equipes pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
A Real Associação Belga de Futebol (RBFA) apresentou recurso formal depois que a entidade liberou Balogun para ficar à disposição contra os belgas. O The Athletic informou que o pedido foi aceito e que as federações de Bélgica e Estados Unidos receberam prazo até as 13h, no horário de Brasília, para apresentar suas alegações.
O prazo termina exatamente 12 horas antes do horário previsto para o início da partida, marcada para Seattle. Um integrante do Comitê de Apelações da Fifa foi designado para analisar o processo, mas não há garantia de que a entidade tomará uma decisão antes de a bola rolar.
A liberação do atacante ocorreu depois de uma mobilização da Federação de Futebol dos Estados Unidos (US Soccer). O presidente americano Donald Trump também entrou no caso e telefonou para Gianni Infantino, presidente da Fifa, para discutir a situação do jogador.
Cartão vermelho
Balogun havia recebido cartão vermelho na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina. Pelo Código Disciplinar da Fifa, a expulsão geraria suspensão automática de uma partida.
A US Soccer contestou a punição e alegou falhas na utilização do VAR durante a revisão da jogada. Depois da pressão da federação americana, a Fifa suspendeu a sanção e permitiu que o atacante fosse relacionado pelo técnico Mauricio Pochettino.
A decisão irritou a Bélgica, que acusa a Fifa de comprometer a integridade da competição. O técnico Rudi Garcia classificou a medida como um precedente perigoso, enquanto a federação belga afirmou que busca defender “a ética e a credibilidade do futebol”.





