
O governo dos Estados Unidos, na avaliação de interlocutores do Palácio do Planalto familiarizados com as negociações que antecederam os mais recentes tarifaços, deve adotar uma postura de espera em relação à retomada de negociações, até que as eleições brasileiras de outubro definam o novo cenário político do país.
O governo dos Estados Unidos, na avaliação de interlocutores do Palácio do Planalto familiarizados com as negociações que antecederam os mais recentes tarifaços, deve adotar uma postura de espera em relação à retomada de negociações, até que as eleições brasileiras de outubro definam o novo cenário político do país. Os negociadores americanos devem aguardar o resultado das urnas para saber com quem, de fato, vão negociar a partir de 2027.
A leitura é de que a pausa nas negociações com o USTR pode estar relacionada a um cálculo político do lado norte-americano, que aguardaria o desfecho eleitoral brasileiro antes de definir seus próximos movimentos, na expectativa de um cenário com um interlocutor considerado mais “dócil” e alinhado aos seus interesses no país.
Se a expectativa do governo Trump é a de que surjam opções políticas mais dóceis às demandas dos Estados Unidos após a eleição, a orientação no Palácio do Planalto é clara: ‘que aguardem’.





