
Flávio afirmou que moradores teriam se acostumado a viver em um lugar com “cheiro ruim”. Ele classificou as condições relatadas como desumanas e disse que ajudaria Belém a realizar seu maior programa de saneamento.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) mostrou como enxerga o Norte ao descrever uma área de Belém com referências a esgoto a céu aberto, urubus revirando comida e mau cheiro durante o debate presidencial da Globo, nesta sexta-feira (23). Ao responder ao presidente Lula (PT) sobre saneamento na Região Norte, ele prometeu investimentos na capital paraense.
Flávio afirmou que moradores teriam se acostumado a viver em um lugar com “cheiro ruim”. Ele classificou as condições relatadas como desumanas e disse que ajudaria Belém a realizar seu maior programa de saneamento.
Na capital amazonense, Flávio prometeu preservar e ampliar a Zona Franca de Manaus, atrair investimentos em centros de dados e usar o gás natural para produzir fertilizantes. Ele não detalhou medidas para enfrentar a cobertura de esgoto da cidade.
Informação divulgada pela Prefeitura de Manaus em 2025 apontava que aproximadamente 32% da população tinha disponibilidade do serviço de esgotamento sanitário. A estimativa do IBGE para aquele ano indicava 2,3 milhões de habitantes na capital.
Na tréplica, o petista defendeu a exploração econômica da floresta em pé, a proteção dos territórios indígenas e o Fundo Amazônia. Lula disse ainda que Flávio deveria tratar a população da região com respeito.
O embate sobre saneamento terminou com divergências sobre a pandemia e os rumos do desenvolvimento amazônico, enquanto Manaus permaneceu sem uma medida apresentada por Flávio para ampliar a rede de esgoto.





