
A Nova Zelândia passou de 298 para 519 eleitores, enquanto a China registrou 769 votantes, contra 570 no primeiro turno. Na Coreia do Sul, o total subiu de 195 para 230, e Cingapura foi de 282 para 334.
O segundo turno das eleições de 2026 levou quase 9 mil brasileiros a mais às urnas em 11 países onde a votação já havia sido encerrada, em comparação com o primeiro turno. O avanço ocorre enquanto as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) buscam reduzir a abstenção.
O maior aumento ocorreu no Japão, onde Flávio Bolsonaro venceu. O país registrou 35.636 votantes no segundo turno, ante 29.835 na primeira etapa, uma diferença de cerca de 5,8 mil eleitores.
Na Austrália, onde Lula saiu vencedor, 9.482 brasileiros compareceram às seções eleitorais. No primeiro turno, o país havia registrado 7.141 votantes, o que representa um crescimento superior a 2,3 mil pessoas.
A participação também cresceu em países onde o petista venceu. A Nova Zelândia passou de 298 para 519 eleitores, enquanto a China registrou 769 votantes, contra 570 no primeiro turno. Na Coreia do Sul, o total subiu de 195 para 230, e Cingapura foi de 282 para 334.

Nos Emirados Árabes, onde Flávio Bolsonaro também venceu, 1.415 brasileiros votaram no segundo turno, ante 1.171 na etapa anterior. O aumento foi de mais de 240 eleitores.
A mobilização no exterior ganha peso diante dos 33,4 milhões de brasileiros que se abstiveram no primeiro turno. Pesquisa Datafolha divulgada em 9 de outubro apontou que 13% dos eleitores ausentes citaram desinteresse pelas eleições como razão para não votar.
O Tribunal Superior Eleitoral contabiliza cerca de 918 mil brasileiros aptos a votar fora do país em 2026, distribuídos em 186 cidades de 134 países. O número supera em 31,82% o eleitorado no exterior de 2022, quando aproximadamente 697 mil pessoas estavam habilitadas a votar.





