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Eduardo Bolsonaro é demitido da PF por abandono de cargo

A demissão ainda depende da assinatura do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, e da publicação do ato. A decisão administrativa da PF já definiu a expulsão de Eduardo da corporação.

Eduardo Bolsonaro é demitido da PF por abandono de cargo

Eduardo vive nos EUA desde fevereiro de 2025. Depois da cassação do mandato de deputado, a PF abriu um processo interno no início deste ano para apurar a situação funcional dele.

A Polícia Federal concluiu o processo administrativo disciplinar contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PL, e decidiu demiti-lo da corporação por abandono de cargo. A decisão atinge o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro em meio à permanência dele nos Estados Unidos.

Eduardo vive nos EUA desde fevereiro de 2025. Depois da cassação do mandato de deputado, a PF abriu um processo interno no início deste ano para apurar a situação funcional dele.

O argumento do processo disciplinar é que, sem o mandato parlamentar, Eduardo teria de voltar ao posto de escrivão da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Ele não retornou ao cargo.

A demissão ainda depende da assinatura do ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, e da publicação do ato. A decisão administrativa da PF já definiu a expulsão de Eduardo da corporação.

Desde fevereiro, Eduardo está afastado do cargo. Na decisão, o corregedor regional da PF no Rio de Janeiro também determinou que ele entregasse a carteira funcional e a arma de fogo.

Eduardo afirma que sofre perseguição da Justiça brasileira e diz que permanece nos Estados Unidos por esse motivo. Ele mantém residência fora do país desde o ano passado.

No mês passado, Eduardo Bolsonaro recebeu condenação a quatro anos e dois meses de prisão por coação no processo sobre tentativa de golpe.