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EUA mobilizaram ao menos três jatos para fuga de Flávio Bolsonaro, diz jornal

A operação teria incluído o controle temporário de parte do aeroporto de Puerto Iguazú, na Argentina. Agentes dos EUA teriam assumido funções desempenhadas por policiais de segurança aeroportuária e funcionários da imigração para assegurar o embarque e a decolagem do...

EUA mobilizaram ao menos três jatos para fuga de Flávio Bolsonaro, diz jornal

As aeronaves, de alto custo operacional, foram posicionadas na região da fronteira ou previstas como opções alternativas para o deslocamento.

Representantes dos Estados Unidos teriam contratado ao menos três jatos particulares para garantir a fuga de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) até Miami após sua derrota na eleição presidencial. A informação é do jornal argentino Clarín.

As aeronaves, de alto custo operacional, foram posicionadas na região da fronteira ou previstas como opções alternativas para o deslocamento. O objetivo seria assegurar uma saída caso o plano principal enfrentasse problemas. O relato atribui a coordenação dos voos a representantes americanos.

A operação teria incluído o controle temporário de parte do aeroporto de Puerto Iguazú, na Argentina. Agentes dos EUA teriam assumido funções desempenhadas por policiais de segurança aeroportuária e funcionários da imigração para assegurar o embarque e a decolagem do avião que transportou a família Bolsonaro, de acordo com o jornal.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, negou neste sábado (31) a participação direta do governo nos preparativos para a saída do senador. “Não facilitamos nada”, afirmou em entrevista coletiva em Atlanta. Rubio confirmou, porém, que Donald Trump autorizou a entrada de Flávio nos Estados Unidos.

 

Do lado argentino, o presidente Javier Milei enviou seu assessor Santiago Caputo à província de Misiones para garantir as condições necessárias à operação. Com veículos com diferentes placas para confundir postos de controle e a troca de informações entre agentes argentinos e americanos.

Flávio chegou a Miami na quarta-feira (28), três dias depois de perder a eleição para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já nos Estados Unidos, publicou uma carta em que se apresentou como “verdadeiro presidente eleito do Brasil” e alegou fraude sem apresentar provas. Depois, retirou essa identificação e passou a se chamar de “líder do Brasil”.