
Demorei muito para acreditar que você trabalhava o algoritmo das suas redes para dar visibilidade a quem deseja a morte de meu pai, a quem comemora a prisão dele e a todos os que odeiam a mim e a minha família.
O traidor da pátria fugitivo Eduardo Bolsonaro (PL-SP) atacou publicamente o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), chamando-o de “versão caricata de si mesmo” após uma reação de risada de Nikolas em um post do ex-bolsonarista Silvio Grimaldo.
A postagem de Grimaldo, uma bobagem contra Lula e o Pix, foi vista como um afronta, levando Eduardo a perder sua cabeça oca mais uma vez.
Grimaldo, autointitulado “cientista político, filósofo e editor”, tem como motivo de orgulho supremo ter sido “assistente de Olavo de Carvalho por 20 anos”. Continua de extrema-direita, mas tem certo desprezo pelos Bolsonaros.
Ele mesmo respondeu ao “Dudu”, que classifica como “politicamente inábil”. Diz que votará em Flávio, mas Carluxo “é um oportunista e não acrescentará nada a Santa Catarina”.
“Aliás, pela última pesquisa da Atlas, é a opinião de 50% do povo catarinense. Até o Renan, coitadinho, eu acho engraçado. Menos, Eduardo, você não tá com essa moral toda para se odiado”, escreveu.
Eis o surto de Eduardo Bolsonaro:
“Risinho de deboche para mim, Nikolas? Ao que parece, não há limites para seu desrespeito comigo e minha família. Triste ver essa versão caricata de si mesmo. Não é, nem de longe, o menino que conheci, apoie e acreditei. Os holofotes e a fama te fizeram mal, infelizmente. Demorei muito para acreditar que você trabalhava o algoritmo das suas redes para dar visibilidade a quem deseja a morte de meu pai, a quem comemora a prisão dele e a todos os que odeiam a mim e a minha família. Foi com bastante tristeza que vi você trabalhar ativamente contra quem acreditou e apoio você, quando era um assessor desconhecido e com um sonho na mente.
Eu realmente acreditava que você iria cair em si, que com a eleição se aproximando o senso de salvar o país falasse mais alto do que o ego e eventuais desentendimentos, mas meses se passaram e você continua colocando Flavio numa espiral do silêncio, com menos de meia dúzia de apoios públicos, apenas para fingir não ter abandonado o grupo político que te projetou. Você continua exigindo que seu grupo não apoie e divulgue o Flávio, a não ser quando fica tão gritante que começa a ser cobrado.





