
A manifestação ocorreu após Moraes rejeitar um pedido apresentado pela defesa de Bolsonaro para autorizar excepcionalmente a visita dos três filhos na tarde de domingo (9).
“Moraes proibiu eu e meus irmãos de visitarmos nosso pai justamente no Dia dos Pais”, escreveu Flávio. Na sequência, afirmou que “tiraram a liberdade” de Bolsonaro e acusou a Justiça de querer “tirar até o direito de um pai abraçar seus filhos”.
A manifestação ocorreu após Moraes rejeitar um pedido apresentado pela defesa de Bolsonaro para autorizar excepcionalmente a visita dos três filhos na tarde de domingo (9). O ministro apontou que permanece em vigor a decisão que suspendeu por 30 dias as visitas ao ex-presidente, mantendo apenas o acesso permanente de médicos, fisioterapeutas e advogados.
A restrição foi determinada depois de Moraes considerar que Bolsonaro descumpriu medidas impostas durante a prisão domiciliar. Um dos episódios citados envolveu justamente Flávio, que divulgou nas redes sociais uma carta escrita pelo pai. O ministro entendeu que a publicação violou a proibição de Bolsonaro utilizar redes sociais por intermédio de terceiros.
Flávio também está submetido a uma restrição específica: Moraes suspendeu por 90 dias sua autorização para visitar o pai após o episódio da carta. Na decisão sobre as visitas, o ministro registrou que essa punição individual continua valendo independentemente da suspensão geral de 30 dias aplicada a Bolsonaro.
A defesa havia alegado caráter “familiar e humanitário” para pedir a exceção no Dia dos Pais e afirmou que o encontro poderia ocorrer pelo tempo e nas condições determinadas pelo STF. Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos, não foi incluído na solicitação. Com a negativa, Carlos, Flávio e Jair Renan permanecem impedidos de encontrar o pai neste domingo.





