
O presidente Lula (PT) chamou o escândalo do Banco Master de “maior roubo da história do Brasil” e defendeu que todos os envolvidos sejam investigados, “sem blindagem de ninguém, doa a quem doer”. Em comunicado feito nesta quinta-feira (3), o presidente também criticou vazamentos seletivos e cobrou uma resposta institucional do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. “O escândalo do Banco Master é o maior roubo da história do Brasil. Roubaram milhões de pessoas de muitos estados e municípios”, escreveu Lula. Ao mencionar Daniel Vorcaro, o presidente o classificou como “banqueiro líder do esquema”, destacou as relações do ex-controlador do Master com pessoas poderosas e afirmou que foi durante seu governo que o empresário acabou preso e o banco foi fechado. Lula também apontou a possibilidade de envolvimento de autoridades no caso. “Há suspeita de políticos e agentes públicos envolvidos. Nossa democracia não pode ficar refém de vazamentos seletivos”, afirmou. O presidente não citou nomes nesse trecho nem antecipou juízo sobre as suspeitas que atingem integrantes de diferentes Poderes. A manifestação ocorre em meio à crise provocada pelos novos desdobramentos do caso Master no STF. Nos últimos dias, Lula conversou com Fachin, Gilmar Mendes e Flávio Dino enquanto vieram a público informações envolvendo Daniel Vorcaro e integrantes da Corte. Fachin já afirmou que a Presidência do Supremo prepara medidas diante da situação e que os fatos exigem uma resposta institucional capaz de preservar a confiança no tribunal.
O presidente Lula (PT) chamou o escândalo do Banco Master de “maior roubo da história do Brasil” e defendeu que todos os envolvidos sejam investigados, “sem blindagem de ninguém, doa a quem doer”. Em comunicado feito nesta quinta-feira (3), o presidente também criticou vazamentos seletivos e cobrou uma resposta institucional do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
“O escândalo do Banco Master é o maior roubo da história do Brasil. Roubaram milhões de pessoas de muitos estados e municípios”, escreveu Lula. Ao mencionar Daniel Vorcaro, o presidente o classificou como “banqueiro líder do esquema”, destacou as relações do ex-controlador do Master com pessoas poderosas e afirmou que foi durante seu governo que o empresário acabou preso e o banco foi fechado.
Lula também apontou a possibilidade de envolvimento de autoridades no caso. “Há suspeita de políticos e agentes públicos envolvidos. Nossa democracia não pode ficar refém de vazamentos seletivos”, afirmou. O presidente não citou nomes nesse trecho nem antecipou juízo sobre as suspeitas que atingem integrantes de diferentes Poderes.
A manifestação ocorre em meio à crise provocada pelos novos desdobramentos do caso Master no STF. Nos últimos dias, Lula conversou com Fachin, Gilmar Mendes e Flávio Dino enquanto vieram a público informações envolvendo Daniel Vorcaro e integrantes da Corte. Fachin já afirmou que a Presidência do Supremo prepara medidas diante da situação e que os fatos exigem uma resposta institucional capaz de preservar a confiança no tribunal.
No novo posicionamento, Lula dirigiu uma cobrança explícita à cú“O povo brasileiro tem o direito de saber a verdade.” A declaração coloca o presidente diretamente no debate sobre a condução das investigações no momento em que o caso Master amplia a pressão sobre o STF, a PGR e outras instituições envolvidas na apuração.pula das instituições. “Diante da gravidade do momento, o povo brasileiro espera que o Presidente da Suprema Corte e a Procuradoria-Geral da República liderem um processo que garanta a integridade e a confiança nas investigações”, escreveu. Segundo ele, a resposta deve ocorrer “com firmeza e transparência” para preservar o respeito da sociedade às instituições.
O presidente também ampliou a declaração para uma crítica ao funcionamento do sistema político e judicial. “É chegada a hora que as pessoas que atuam na vida pública honrem seu dever de ofício e coloquem o compromisso público acima de qualquer interesse individual”, afirmou. A posição converge com a defesa feita na véspera por sua campanha, que pediu reformas no sistema político e judicial e a criação de um código de ética para o Judiciário.
“Fica claro que o nosso sistema político e judiciário precisam de reformas profundas. É fundamental que se investigue todo mundo, sem blindagem de ninguém, doa a quem doer”, concluiu Lula.





