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ONG da irmã de chefe do PCC divulga VÍDEO associando Nikolas Ferreira ao crime organizado

“O crime organizado está na Faria Lima, no centro financeiro do país. A maior operação contra o crime organizado do Brasil escancarou uma verdade que a elite tenta esconder. Escancarou uma verdade que a periferia já sabia. O crime organizado...

ONG da irmã de chefe do PCC divulga VÍDEO associando Nikolas Ferreira ao crime organizado

A capa do vídeo traz uma foto de Nikolas Ferreira ao lado da placa da Avenida Faria Lima, centro financeiro de São Paulo. O título dizia: “O crime organizado na Faria Lima”. E completava: “Qual a relação da EXTREMA-DIREITA e do NIKOLAS FERREIRA com o caso?”.

vídeo sobre a operação Carbono Oculto, investigação que apura a influência do PCC no setor de combustíveis e a lavagem de dinheiro por meio de fundos de investimento.

A capa do vídeo traz uma foto de Nikolas Ferreira ao lado da placa da Avenida Faria Lima, centro financeiro de São Paulo. O título dizia: “O crime organizado na Faria Lima”. E completava: “Qual a relação da EXTREMA-DIREITA e do NIKOLAS FERREIRA com o caso?”.

“O crime organizado está na Faria Lima, no centro financeiro do país. A maior operação contra o crime organizado do Brasil escancarou uma verdade que a elite tenta esconder. Escancarou uma verdade que a periferia já sabia. O crime organizado que banca a vida de muita gente rica, inclusive muitos políticos, não está nas nossas periferias”, afirmou Keit no vídeo.

A publicação ainda fez menção a um vídeo viral de Nikolas sobre a proposta da Receita Federal de fiscalizar o Pix. O bolsonarista havia criticado a medida, que acabou recuada após repercussão. Segundo a Receita, a falta de regras favorecia a lavagem de dinheiro de facções criminosas. As novas normas foram implementadas após a deflagração da operação Carbono Oculto.

Segundo o MPSP, tanto os recursos obtidos pela cobrança de propina no acordo habitacional quanto o dinheiro de outras atividades ilegais do PCC eram centralizados por Alessandra. Na casa dela, a polícia encontrou seis celulares, 259 porções de cocaína, 630 de crack e 314 de maconha.

“Tanto os valores arrecadados neste contexto como os recursos derivados das demais atividades ilegais controladas por ‘Léo do Moinho’ são arrecadados por Alessandra com o intuito de branqueamento (lavagem)”, diz o documento.

De acordo com a acusação, Alessandra tinha papel estratégico. O MPSP afirma que ela “exerce importante papel na mobilização e organização das manifestações públicas que blindam a comunidade das intervenções policiais, além de auxiliar o irmão em suas empreitadas criminosas”.

Ainda segundo o órgão, a presidente da ONG era responsável por extorquir moradores que aceitavam o acordo do governo estadual para deixar a comunidade.

“Alessandra é responsável pelo grupo que cobra propina das famílias beneficiadas pelo acordo com o CDHU, somente autorizando o cadastro e a assinatura mediante o pagamento de valores à família Moja”, diz um trecho da representação.

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