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Líder do CV no Amazonas, “Xuruca” é morto a tiros com bebê de 1 ano no colo em Florianópolis (SC)

Natural de Manaus, ele era investigado por envolvimento direto com o tráfico de drogas na região Norte e acumulava mais de 12 processos por crimes, como homicídio, tráfico, porte ilegal de arma de fogo, violência doméstica e uso de identidade...

Líder do CV no Amazonas, “Xuruca” é morto a tiros com bebê de 1 ano no colo em Florianópolis (SC)

Em janeiro de 2024, ele foi um dos principais alvos da Operação “Piramutaba”, deflagrada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.

Apontado como um dos líderes do Comando Vermelho (CV) no Amazonas, Alexandre Araújo Brandão, de 37 anos, conhecido como “Xuruca”, foi foi morto a tiros com um bebê de 1 ano e 8 meses no colo, na noite dessa quinta-feira (9/10), em Florianópolis (SC). O crime ocorreu por volta das 20h, em frente ao apartamento onde Brandão morava.

O bebê também foi atingido pelos disparos e permancece em estado grave.

Testemunhas relataram que um homem vestido com roupas escuras se aproximou e efetuou cerca de 10 disparos contra a vítima. Em seguida fugiu com a arma em mãos.

O veículo usado na fuga foi encontrado nas proximidades do Morro da Penitenciária. De acordo com a Polícia Civil, a principal linha de investigação é a de execução motivada por disputas relacionadas ao tráfico de drogas.

Para enternder

Natural de Manaus, ele era investigado por envolvimento direto com o tráfico de drogas na região Norte e acumulava mais de 12 processos por crimes, como homicídio, tráfico, porte ilegal de arma de fogo, violência doméstica e uso de identidade falsa.

Em janeiro de 2024, ele foi um dos principais alvos da Operação “Piramutaba”, deflagrada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas.

À época, a delegada Deborah Barreiros destacou que, na última prisão de Brandão, ele foi encontrado com 14 armas de fogo. “Ele era um dos principais articuladores do Comando Vermelho no estado e estava fortemente armado também no momento em que foi preso”, disse a delegada.

Apesar do histórico, nos últimos meses Xuruca estava aparentemente levando uma vida discreta em Santa Catarina, onde vivia com a família. A polícia agora investiga se ele continuava atuando na facção à distância ou se havia rompido com o grupo criminoso, o que também poderia ter motivado o crime.

Até o momento, não há informações atualizadas sobre o estado de saúde do bebê baleado, e a identidade da criança não foi divulgada oficialmente.