
A Uefa manteve o boicote às competições organizadas pela Fifa e ampliou a pressão sobre o presidente Gianni Infantino, mesmo depois de a federação reconhecer falhas no processo de venda de parte de suas ações.
A Uefa manteve o boicote às competições organizadas pela Fifa e ampliou a pressão sobre o presidente Gianni Infantino, mesmo depois de a federação reconhecer falhas no processo de venda de parte de suas ações.
A entidade europeia avalia que as questões relacionadas à operação continuam sem uma solução efetiva. A desconfiança em relação à gestão de Infantino também permanece, apesar do reconhecimento dos erros cometidos.
A crise começou em 28 de julho, quando a Fifa anunciou a intenção de vender parte de suas ações a investidores privados para ampliar a arrecadação. A proposta provocou reação imediata da Uefa, que ameaçou boicotar eventos promovidos pela federação.
Uma das consequências do confronto poderá ser a ausência de seleções europeias na Copa do Mundo Feminina Sub-20, marcada para setembro, na Polônia. A manutenção do boicote deixa a participação dessas equipes sob incerteza.
A resistência da Uefa não se limita à venda de ações. A confederação também critica a expansão da Copa do Mundo e se posicionou contra a Copa do Mundo de Clubes.
Na avaliação da entidade europeia, essas competições ocupam períodos destinados às férias dos jogadores, reduzem o tempo de recuperação física e podem prejudicar determinados clubes.
A Concacaf e a Confederação Asiática de Futebol também se posicionaram contra a proposta apresentada pela federação. O alinhamento amplia a resistência internacional ao projeto e mantém a gestão de Infantino sob pressão.





