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Uefa mantém boicote à Fifa mesmo após recuo de Infantino

A crise começou em 28 de julho, quando a Fifa anunciou a intenção de vender parte de suas ações a investidores privados para ampliar a arrecadação. A proposta provocou reação imediata da Uefa, que ameaçou boicotar eventos promovidos pela federação.

Uefa mantém boicote à Fifa mesmo após recuo de Infantino

A Uefa manteve o boicote às competições organizadas pela Fifa e ampliou a pressão sobre o presidente Gianni Infantino, mesmo depois de a federação reconhecer falhas no processo de venda de parte de suas ações.

A Uefa manteve o boicote às competições organizadas pela Fifa e ampliou a pressão sobre o presidente Gianni Infantino, mesmo depois de a federação reconhecer falhas no processo de venda de parte de suas ações.

A retratação foi enviada formalmente às 211 associações integrantes da Fifa. No documento, a entidade admitiu erros na condução da proposta de abertura ao capital privado, mas a iniciativa não foi suficiente para atender às condições estabelecidas pela confederação europeia.

A entidade europeia avalia que as questões relacionadas à operação continuam sem uma solução efetiva. A desconfiança em relação à gestão de Infantino também permanece, apesar do reconhecimento dos erros cometidos.

A crise começou em 28 de julho, quando a Fifa anunciou a intenção de vender parte de suas ações a investidores privados para ampliar a arrecadação. A proposta provocou reação imediata da Uefa, que ameaçou boicotar eventos promovidos pela federação.

Uma das consequências do confronto poderá ser a ausência de seleções europeias na Copa do Mundo Feminina Sub-20, marcada para setembro, na Polônia. A manutenção do boicote deixa a participação dessas equipes sob incerteza.

A resistência da Uefa não se limita à venda de ações. A confederação também critica a expansão da Copa do Mundo e se posicionou contra a Copa do Mundo de Clubes.

Na avaliação da entidade europeia, essas competições ocupam períodos destinados às férias dos jogadores, reduzem o tempo de recuperação física e podem prejudicar determinados clubes.

A Concacaf e a Confederação Asiática de Futebol também se posicionaram contra a proposta apresentada pela federação. O alinhamento amplia a resistência internacional ao projeto e mantém a gestão de Infantino sob pressão.