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Governo Lula leva Brasil à menor taxa de desemprego da história

Os números mostram um mercado de trabalho aquecido, com crescimento da ocupação, expansão do emprego formal, aumento da renda e redução do desalento. Entre fevereiro e julho, 503 mil brasileiros deixaram a condição de desempregados.

Governo Lula leva Brasil à menor taxa de desemprego da história

Em relação ao trimestre anterior, aproximadamente 1 milhão de pessoas passaram a integrar a população ocupada, evidenciando a continuidade da expansão do mercado de trabalho.

O Brasil alcançou, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a menor taxa de desemprego de toda a série histórica do IBGE. A desocupação caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, abaixo dos 5,8% registrados no trimestre terminado em abril e dos 5,6% observados um ano antes.

Os números mostram um mercado de trabalho aquecido, com crescimento da ocupação, expansão do emprego formal, aumento da renda e redução do desalento. Entre fevereiro e julho, 503 mil brasileiros deixaram a condição de desempregados.

O resultado também reforça a trajetória de queda da desocupação durante o atual governo. Quando Jair Bolsonaro deixou a Presidência, no fim de 2022, a taxa de desemprego estava em 7,9%. Agora, no governo Lula, chegou a 5,3%.

Brasil tem recorde de pessoas trabalhando
A população ocupada alcançou 103,3 milhões de brasileiros, o maior contingente já registrado pelo IBGE.

Em relação ao trimestre anterior, aproximadamente 1 milhão de pessoas passaram a integrar a população ocupada, evidenciando a continuidade da expansão do mercado de trabalho.

Os números do setor privado também atingiram níveis inéditos. O total de empregados chegou a 53,2 milhões, outro recorde da série histórica.

Entre eles, 39,4 milhões possuem carteira de trabalho assinada, também o maior número já registrado pelo IBGE.

Os dados indicam, portanto, que a melhora não ocorreu apenas pela expansão da ocupação, mas também pelo avanço do emprego formal, com direitos trabalhistas e previdenciários.

Construção, transportes, saúde e educação puxam empregos
Diversos setores contribuíram para a expansão do mercado de trabalho.

A construção civil registrou aumento de 371 mil pessoas ocupadas, enquanto o setor de transportes incorporou mais 321 mil trabalhadores.

O conjunto formado por educação, saúde e serviços sociais apresentou crescimento ainda maior, com 438 mil novos ocupados.

A expansão dessas atividades ocorre em um cenário de retomada de investimentos públicos e privados e de programas que estimulam setores intensivos em mão de obra.

Entre as iniciativas do governo Lula estão o Novo PAC, a retomada do Minha Casa, Minha Vida e medidas destinadas à ampliação do crédito e dos investimentos.

Renda média chega a R$ 3.762
O avanço do emprego veio acompanhado de aumento dos rendimentos.

O rendimento médio real dos trabalhadores brasileiros chegou a R$ 3.762, crescimento de 3,3% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

A massa de rendimentos alcançou R$ 383,5 bilhões, com expansão de 4,1%.

O aumento da massa salarial tem impacto direto sobre a economia, uma vez que amplia a capacidade de consumo das famílias e pode estimular o comércio, os serviços e novos investimentos.

Desalento também recua
Outro indicador positivo foi a redução da população desalentada — formada por pessoas que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego por diferentes razões.

Esse contingente caiu 14,1%, chegando a 2,3 milhões de brasileiros.

A taxa de subutilização da força de trabalho também recuou, passando de 14,1% para 13%.

O movimento mostra que a melhora do mercado de trabalho vai além da taxa convencional de desemprego, alcançando também parcelas da população que estavam afastadas da busca por uma ocupação.

Desemprego caiu de 7,9% para 5,3% desde o fim do governo Bolsonaro
A comparação com o cenário encontrado por Lula ao retornar ao Palácio do Planalto evidencia a dimensão da mudança no mercado de trabalho.

No fim do governo Bolsonaro, a taxa de desemprego estava em 7,9%. Agora, chegou a 5,3%, o menor patamar da série histórica.

No mesmo período, o País avançou na quantidade de pessoas ocupadas, no emprego privado com carteira assinada e na renda dos trabalhadores.

Para o governo, os resultados refletem uma estratégia baseada na recuperação do investimento, valorização da renda, expansão do crédito e retomada de políticas públicas capazes de estimular simultaneamente crescimento econômico e inclusão social.

Programas como o Novo PAC e o Minha Casa, Minha Vida estão entre os instrumentos utilizados para movimentar cadeias produtivas, estimular investimentos e criar empregos.

Lula celebra recordes no mercado de trabalho
O presidente Lula comemorou os resultados e associou os números do emprego ao desempenho da economia brasileira durante seu governo.

“O Brasil está pronto para mais”, afirmou.

A mensagem também remete ao cenário eleitoral e à defesa da continuidade do atual projeto de governo.

Com desemprego de 5,3%, 103,3 milhões de brasileiros ocupados, 39,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada e crescimento da renda média real, o mercado de trabalho chega à reta final do governo Lula apresentando alguns dos melhores indicadores já registrados desde o início das séries históricas do IBGE.