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PM de Tarcísio tenta tumultuar ato de Lula na Avenida Paulista

O secretário nacional de Organização do PT, Laércio Ribeiro, disse que a campanha havia acertado os detalhes do ato com a Prefeitura de São Paulo e com a polícia. Para ele, a atuação da PM foi “surpreendente”.

PM de Tarcísio tenta tumultuar ato de Lula na Avenida Paulista

Locutores do evento relataram a abordagem pelo sistema de som. Um deles reagiu: “Se alguém se machucar hoje, a polícia será responsável. Não vai descer do carro”. Ainda assim, houve princípios de tumulto.

Policiais militares pediram a retirada de caminhões posicionados na região da Rua Augusta, em São Paulo, durante o último ato de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do candidato ao governo paulista Fernando Haddad (PT), antes do primeiro turno. Integrantes do PT afirmaram que motoristas receberam ameaça de prisão caso permanecessem nos veículos.

Locutores do evento relataram a abordagem pelo sistema de som. Um deles reagiu: “Se alguém se machucar hoje, a polícia será responsável. Não vai descer do carro”. Ainda assim, houve princípios de tumulto.

O secretário nacional de Organização do PT, Laércio Ribeiro, disse que a campanha havia acertado os detalhes do ato com a Prefeitura de São Paulo e com a polícia. Para ele, a atuação da PM foi “surpreendente”.

Ribeiro afirmou que agentes ordenaram que um caminhão acompanhasse a caminhada antes da chegada de Lula, Haddad, Marina Silva e Simone Tebet. O dirigente também disse que o partido tem um vídeo no qual um policial ameaça prender o motorista de um dos veículos caso ele não deixe o local.

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo autorizou a realização da caminhada na região. A decisão condicionou o evento à preservação do fluxo de veículos e ao cumprimento das orientações da Polícia Militar e da Companhia de Engenharia de Tráfego.

A ocorrência aconteceu na manhã deste sábado (03), quando Lula e Haddad realizavam atividade de campanha na capital paulista. A concentração reuniu militantes e caminhões de apoio antes da caminhada.

O pedido da PM se concentrou nos veículos estacionados na Rua Augusta, onde ocorreu o princípio de confusão. Não há informação, até o momento, de prisões ou de feridos durante a abordagem.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo foi procurada para se manifestar sobre a atuação dos policiais e ainda não havia apresentado resposta.