
“A Paulista não é da direita, é do povo brasileiro! Portanto, amanhã nós vamos votar e no primeiro turno nós vamos ocupar a Paulista!”, declarou o presidente no último comício da campanha eleitoral antes do primeiro turno.
Nem mesmo a truculência e a tentativa de prejudicar o ato na Avenida Paulista, em São Paulo, diminuíram o ânimo da multidão que lotou o tradicional local de manifestações, neste sábado (3), último encontro do presidente Lula (PT) com seus milhares de apoiadores antes do primeiro turno.
Logo cedo, o público foi tomando conta da Paulista e imediações para marcar presença e aguardar a chegada de Lula, da primeira-dama, Janja, além dos candidatos Fernando Haddad (PT) ao governo do estado; Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSD) ao Senado.
Estavam na caminhonete com ele a primeira-dama, Janja, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e seus candidatos a governador e vice de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e Márcio França (PSB), e ao Senado, Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB). Na sexta-feira, 2, a Prefeitura de São Paulo tentou impedir a passeata de Lula na Paulista, mas a Justiça garantiu o direito do presidente de realizar o ato.
Lula afirmou que o Brasil está “a poucas horas de fazer o maior gesto da revolução democrática deste país” e que há dois lados nesta eleição: o da democracia, que defende os direitos humanos, a educação, a mobilidade urbana, a ciência, a tecnologia e a soberania; e o da barbárie, que é contra a cultura e que acabou com os ministérios da Indústria e Comércio, do Trabalho, da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos e das Mulheres.
“Essa caminhada é a caminhada que prendeu a quadrilha da Previdência Social criada por [Jair] Bolsonaro. Essa caminhada é a caminhada que tornou o banqueiro prisioneiro, o [Daniel] Vorcaro. Vamos à urna amanhã com muita tranquilidade, sabendo o que está em jogo. De um lado, a democracia e a soberania. Do outro lado, a barbárie e a corrupção”, afirmou.








