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Soluções verdes, experiências bem-sucedidas, iniciativas inovadoras. Ações que apontam para um futuro de preservação e regeneração estão na bagagem recheada que o governo do Maranhão levou para COP30, em Belém (PA). A Cúpula do Clima, formalmente chamada 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima é promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU) e acontece até 21 de novembro, reunindo líderes globais, chefes de estado, cientistas, organizações civis e movimentos sociais. Na mesa de diálogo e negociação, o futuro do meio-ambiente, do clima e da humanidade.
O governador Carlos Brandão está em Belém e participou de várias rodadas de debates e negociações, além de apresentar ações e projetos estaduais que tem a preservação ambiental como objetivo programático.
“A COP30 é um palco para soluções, e nós temos várias. Temos vários projetos que têm dado certo, inclusive programas aprovados pela ONU. São programas de preservação ambiental, recuperação de áreas de florestas, regularização fundiária, entre outros”, destacou o governador.
Nascido dos importantes diálogos na COP29, no Azerbaijão, o projeto Terras para Elas é uma iniciativa transformadora para a regularização de propriedades rurais. Seu principal objetivo é garantir a segurança jurídica e fortalecer a cidadania de 5 mil beneficiárias para o campo maranhense: mulheres, quebradeiras de coco babaçu, quilombolas e integrantes da comunidade LGBTQIAPN+.
Segundo Anderson Ferreira, presidente do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (Iterma), “O programa já está estruturado e em execução. Agora, estamos abrindo um leque ainda maior de projetos e pretendemos captar mais recursos para expandir este impacto significativo.”
Além do Terra para Elas, o órgão apresentará também a experiência do projeto Paz no Campo, que promove a regularização fundiária, combate a grilagem e estimula práticas de bioeconomia.
Já a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA) apresentará o programa Floresta Viva, iniciativa que tem como vitrine o viveiro público de São Bento (MA), o maior do Brasil, com capacidade para produzir 1 milhão de mudas por ano. O projeto visa a proteção e restauração de habitats naturais.
A agência de desenvolvimento econômico criada pelo governo do Maranhão, a Investe Maranhão, também estará na COP para apresentar o programa Maranhão Verde e Sustentável, que propõe o uso responsável dos recursos naturais — como a biodiversidade e as áreas de alto valor ecológico.
Ainda na COP30, o Maranhão deve assinar um novo acordo com a Mercuria Energy Group, multinacional suíça do setor de commodities.
A parceria começou a ser construída em junho, durante um evento preparatório em Londres. Por meio da investidora em mercados de carbono Silvania, o grupo investirá 100 milhões de dólares em recuperação florestal, regularização fundiária e combate às queimadas no Maranhão.





