
Por volta das 10h15 (pelo horário de Brasília), o barril de petróleo do tipo WTI (referência para o mercado norte-americano) avançava 0,98% e era negociado a US$ 57,82.
Depois de ter aberto a sessão em queda, a cotação internacional do petróleo passou a registrar leve alta, em uma faixa próxima à estabilidade, na manhã desta segunda-feira (5/1).
As atenções dos investidores estão voltadas para os desdobramentos políticos e econômicos da intervenção dos Estados Unidos na Venezuela, que levou à captura do ditador Nicolás Maduro – que foi levado aos EUA, onde será julgado.
A Venezuela detém a maior reserva comprovada de petróleo do mundo, com capacidade estimada em cerca de 303 bilhões de barris, segundo dados da Energy Information Administration (EIA), órgão oficial de estatísticas energéticas dos EUA. A produção, no entanto, despencou nas últimas décadas.
A cotação do petróleo
- Por volta das 10h15 (pelo horário de Brasília), o barril de petróleo do tipo WTI (referência para o mercado norte-americano) avançava 0,98% e era negociado a US$ 57,82.
- Mais cedo, às 9h30 (também pelo horário de Brasília), a alta era de 0,59%, a US$ 57,66.
- Por volta das 10h20, o petróleo do tipo Brent (referência para o mercado internacional) subia 0,71%, cotado a US$ 61,18. Mais cedo, a alta era de 0,46%, a US$ 61,03.
Adriano Pires, especialista no setor de energia e infraestrutura, disse não acreditar em uma elevação nos preços do petróleo como consequência da ação norte-americana. Isso porque a produção da Venezuela no contexto global não é expressiva e já havia um excesso de oferta do produto no mundo.
Foi por isso que os preços do petróleo registraram uma perda de quase 20% no ano passado, o que representou a maior queda anual desde 2020. Recuos nesse nível ocorreram tanto nos contratos futuros do barril tipo Brent, a referência para o mercado mundial, como no West Texas Intermediate (WTI), que baliza o mercado norte-americano.
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