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Nova ordem mundial priorizará ganhos pessoais

Nova ordem mundial totalmente distanciada das históricas alianças diplomáticas e que, no geral, as relações entre os países tendem a voltar aos padrões vigentes há 200 anos, durante o século XIX.

Nova ordem mundial priorizará ganhos pessoais

Elizabeth Buchanan, perita em pesquisas geoestratégicas, afirma em entrevista à afamada revista SPECTATOR, que o mundo vivencia o aparecimento de uma nova ordem mundial

A cientista política australiana, Elizabeth Buchanan, perita em pesquisas geoestratégicas, afirma em entrevista à afamada revista SPECTATOR, que o mundo vivencia o aparecimento de uma nova ordem mundial totalmente distanciada das históricas alianças diplomáticas e que, no geral, as relações entre os países tendem a voltar aos padrões vigentes há 200 anos, durante o século XIX.

Só  o poder importa – Contudo, a analista assinala que, enquanto no século XIX os chefes de estado tendiam a lutar pelos interesses nacionais, na atualidade ela crê que os interesses se tornem mais pessoais, até porque cada chefe de estado procura manter-se indefinidamente no poder, na verdade, desprezando os interesses dos respectivos cidadãos de cada país, preferindo a imposição de políticas próprias e não raro distantes do interesse público.

Cada um por si – Finalizando, Elizabeth friza que a tônica da política mundial do século XXI será baseada na força, nas conquistas, no domínio de espaços físicos e obviamente só as nações fortes militarmente obterão sucesso, com as demais relegadas ao status de reles colônias, ou clientes dependentes e alinhados.

Europa lucra com prolongamento da guerra – A grande indústria européia pouco a pouco é abafada pela concorrência chinesa e só resta aos europeus a indústria bélica, que sem exportações, passa a depender do mercado interno com uma só guerra em andamento, a da Ucrânia, que os europeus mantém a todo custo; pelo menos até que a Ucrânia esgote seus recursos, que aliás depende da ajuda dos EUA.

OTAN desarmada – Com suas economias em frangalhos, os países europeus da OTAN, não têm aonde buscarem novos recursos para se fortalecerem e com as massivas entregas de material bélico à Ucrânia, a Europa está cada vez mais desarmada e daí, mais dependente dos EUA pra defender-se.

China poderá produzir “super soldados”  – A China está detrrminada a ultrapassar o Ocidente em todos os setores, incluindo o da alta tecnologia aplicada à guerra. Seus projetos incluem guerreiros-robôs e produzir alterações genéticas em seus soldados humanos, fazendo-os superar limitações físicas, quimicas, radiológicas e bacteriológicas, de modo a superarem seus adversários em todos os ambientes bélicos imagináveis. Note-se que a China já tem soldados invisíveis há algum tempo!