
Durante a madrugada, o presidente chileno, Gabriel Boric, tinha decretado estado de catástrofe nas duas regiões atingidas.
O Ministro da Segurança Pública do Chile, Luis Cordero Vega, confirmou que, até este domingo (18/1), 16 pessoas morreram em decorrência dos incêndios florestais que atingem duas regiões do sul do país. Além disso, 50 mil pessoas estão desalojadas.
Em publicação na rede social X, o presidente do Chile, Gabriel Boric, anunciou estado de emergência em duas regiões do sul do país: Ñuble e Bio Bio, onde há o maior número de ocorrências. As regiões ficam a cerca de 500 km ao sul da capital, Santiago.
As chamas começaram na tarde de sábado, em meio ao verão no hemisfério sul, com altas temperaturas e ventos fortes. Avançaram na madrugada a destruíram vários povoados.
“Estamos enfrentando um quadro complexo”, alertou o ministro do Interior, Alvaro Elizalde, ao apresentar um relatório oficial.
Durante a madrugada, o presidente chileno, Gabriel Boric, tinha decretado estado de catástrofe nas duas regiões atingidas.
A medida implica, entre outras coisas, que as Forças Armadas tomarão o controle nestes locais.
“Diante dos graves incêndios em curso, decidi declarar estado de catástrofe nas regiões de Ñuble e Biobío. Todos os recursos estão disponíveis”, informou o presidente em postagem no X.
Nos últimos anos, os incêndios florestais afetaram fortemente o Chile, especialmente na região centro-sul.
Em 2 de fevereiro de 2024, vários incêndios começaram simultaneamente nos arredores da cidade de Viña del Mar, 110 km a noroeste de Santiago. Segundo dados atualizados do Ministério Público, 138 pessoas morreram nestes incêndios.





