
A cirurgia para retirada do tumor foi realizada em 24 de abril, em São Paulo. Desde então, Lula vem sendo submetido a procedimentos complementares para evitar o reaparecimento da lesão ou uma possível evolução do quadro clínico.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou uma nova etapa do tratamento preventivo contra um câncer de pele retirado em abril deste ano. Lula passou por mais uma sessão de radioterapia no couro cabeludo e deverá realizar, ao todo, 15 aplicações.
A primeira sessão ocorreu na segunda-feira (25). O tratamento é considerado preventivo após a retirada de um carcinoma basocelular, tipo mais comum de câncer de pele. Segundo os médicos responsáveis, a lesão foi localizada e não houve disseminação para outras partes do corpo.
A cirurgia para retirada do tumor foi realizada em 24 de abril, em São Paulo. Desde então, Lula vem sendo submetido a procedimentos complementares para evitar o reaparecimento da lesão ou uma possível evolução do quadro clínico.
Na época da retirada do câncer, a dermatologista Cristina Abdala explicou que o carcinoma basocelular é associado à exposição crônica ao sol e costuma ter evolução lenta.
“É uma lesão localizada, não espalha para nenhum lugar. O máximo que pode acontecer é ficarem aparecendo pequenas feridas. Ele já estava acompanhando há algum tempo. Resolveu tirar. Isso não implica mau prognóstico. É acompanhamento”, afirmou a médica na ocasião.
O cardiologista Roberto Kalil Filho também comentou o procedimento realizado em abril e destacou a necessidade da remoção do tumor.
“Quando cresce, a gente precisa retirar, porque senão continua crescendo, não cicatriza, sangra. É uma lesão localizada e a conduta é a remoção”, declarou.
Antes da retirada do carcinoma, Lula já havia passado por outro procedimento dermatológico em fevereiro deste ano. Na ocasião, o presidente realizou uma cauterização para tratar uma queratose — alteração caracterizada pelo espessamento da camada superficial da pele.





