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Marco Rubio precisa saber: Flávio Bolsonaro é aliado de ‘terrorista’ ligado ao CV

Em julho de 2025, Flávio participou de um almoço em Búzios com Bacellar, prefeitos e vereadores da Região dos Lagos e Baixada Litorânea, consolidando articulações políticas. Bacellar sinalizou sua pré-candidatura ao governo do Rio, enquanto Flávio reafirmou candidatura ao Senado,...

Marco Rubio precisa saber: Flávio Bolsonaro é aliado de ‘terrorista’ ligado ao CV

“Grande dia”, disse o senador nas redes sociais, agradecendo ao presidente Donald Trump e ao secretário de Estado Marco Rubio, e afirmando que a classificação foi um pedido feito por ele.

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou na quinta-feira (28) a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

“Grande dia”, disse o senador nas redes sociais, agradecendo ao presidente Donald Trump e ao secretário de Estado Marco Rubio, e afirmando que a classificação foi um pedido feito por ele.

Flávio Bolsonaro é aliado de Rodrigo Bacellar (União Brasil), ex-deputado estadual do RJ preso por colaboração com o Comando Vermelho.

Em julho de 2025, Flávio participou de um almoço em Búzios com Bacellar, prefeitos e vereadores da Região dos Lagos e Baixada Litorânea, consolidando articulações políticas. Bacellar sinalizou sua pré-candidatura ao governo do Rio, enquanto Flávio reafirmou candidatura ao Senado, reforçando o apoio do bando dos Bolsonaros.

Em setembro, Marco Rubio afirmou que os Estados Unidos não hesitarão em “explodir” grupos criminosos estrangeiros, se necessário.

“Agora eles vão nos ajudar a localizar essas pessoas e explodi-las, se for preciso”, disse Rubio durante visita ao Equador.

Também anunciou que os EUA estavam designando duas das maiores gangues equatorianas, Los Lobos e Los Choneros, como organizações terroristas.

“O presidente disse que quer fazer guerra a esses grupos porque eles vêm nos atacando há 30 anos e ninguém respondeu. Mas em muitos casos não há necessidade de agir assim com governos amigos, porque os governos amigos vão nos ajudar”, afirmou.