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Em ato com mulheres em BH, Lula promete lutar para acabar com o feminicídio: “Será coisa do passado”

“Nós assumimos a responsabilidade de transformar o Brasil num país em que a gente vai deixar, com o tempo, o feminicídio como coisa do passado”, afirmou Lula. Segundo ele, a meta é alcançar a redução dos casos “a zero”.

Em ato com mulheres em BH, Lula promete lutar para acabar com o feminicídio: “Será coisa do passado”

Lula também afirmou que, desde a criação do pacto, o governo já aprovou 11 leis e quatro decretos relacionados ao enfrentamento da violência contra as mulheres.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, neste sábado (29), durante ato com mulheres em Belo Horizonte (MG), que o combate à violência contra a mulher será uma das prioridades de seu governo e destacou ações adotadas durante o terceiro mandato. Lula é candidato à reeleição.

Em seu discurso, o presidente ressaltou a criação, em 2026, do Pacto Nacional contra o Feminicídio, que, segundo ele, reúne pela primeira vez os três Poderes da República em uma atuação articulada contra a violência de gênero.

“Nós assumimos a responsabilidade de transformar o Brasil num país em que a gente vai deixar, com o tempo, o feminicídio como coisa do passado”, afirmou Lula. Segundo ele, a meta é alcançar a redução dos casos “a zero”.

Lula também afirmou que, desde a criação do pacto, o governo já aprovou 11 leis e quatro decretos relacionados ao enfrentamento da violência contra as mulheres.

“Quanto mais compartilhamento houver em tudo, inclusive nos serviços de casa, fica melhor para todo mundo”, disse.

Ao falar sobre sua relação com as mulheres, aomlado de Janja, sua esposa, Lula citou a trajetória da mãe, que, segundo seu relato, criou sozinha oito filhos após se separar do pai dele. Também mencionou a atual mulher, Janja Lula da Silva, e afirmou que ela o fortalece “ideologicamente, politicamente e também no motivo de continuar a luta”.

Ao final, Lula defendeu que as mulheres conheçam as políticas e os direitos implementados durante seu atual governo.