
“Menina não fez NADA de errado, mãe solteira, me liga chorando apavorada….. Ameaças, visitas anônimas, famliares, amigos, fornecedores sendo constrangidos e chantageados… Comigo não rola”.
“A corda sempre estoura no lado mais fraco. Mas dessa vez não será assim. A Karina Gama, nada fez, repito aqui, nada fez de errado com relação ao filme. É super lindo ficar falando de tesouraço para a Faria Lima enquanto uma mãe solteira acorda com a PF em casa pela enesima vez. Ninguem liga para a Karina sequer para ouvi-la. Ninguém oferece ajuda para nada”, escreveu Wajngarten no X.
Após ser questionado nas redes se estaria cobrando o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), Wajngarten afirmou: “Menina não fez NADA de errado, mãe solteira, me liga chorando apavorada….. Ameaças, visitas anônimas, famliares, amigos, fornecedores sendo constrangidos e chantageados… Comigo não rola”.
Karina disse que foi abordada por homens que se identificaram como oficiais de Justiça nesta quarta (9) e fizeram questionamentos sem apresentar documentos. A produtora relatou que abordagens semelhantes também atingiram seus familiares e fornecedores de suas empresas.
Ela disse ter recebido uma oferta de ajuda de um pastor evangélico de Brasília, que sugeriu que ela firmasse um acordo de delação premiada para evitar punições mais severas no âmbito das investigações. A produtora optou por manter em sigilo a identidade do religioso e não forneceu detalhes adicionais sobre o teor da conversa.
A produtora justificou o cronograma da iniciativa, que tem como objetivo promover o letramento financeiro para jovens empreendedores após receber o dinheiro no fim de 2025. De acordo com ela, o avanço das atividades foi impedido naquela época devido ao encerramento do calendário escolar.
Em paralelo, os investigadores apuram uma segunda frente que envolve o financiamento do ex-banqueiro Daniel Vorcaro voltado para a produção audiovisual sobre a vida de Jair Bolsonaro. Karina admitiu ter recebido repasses financeiros vindos do fundo Havengate, que é administrado pelo advogado Paulo Calixto (ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro), mas alegou desconhecer a origem dos investidores do fundo.





