
“Ao acusar Cuba, não buscam apenas um bode expiatório, um agente externo; buscam alguém a quem culpar pelos protestos dos setores mais atingidos por uma economia que torna os ricos mais ricos e os pobres mais pobres”
No ato central pelos 73 anos dos ataques aos quartéis Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, realizado em Pinar del Río, o presidente Miguel Díaz-Canel afirmou que Cuba enfrenta “um novo Moncada”, ao comparar a resistência atual ao bloqueio dos Estados Unidos com a luta revolucionária de 1953, relatou o Alma Plus TV.
“Ao acusar Cuba, não buscam apenas um bode expiatório, um agente externo; buscam alguém a quem culpar pelos protestos dos setores mais atingidos por uma economia que torna os ricos mais ricos e os pobres mais pobres”, afirmou.
Díaz-Canel ressaltou que “a imensa dor das famílias cubanas se confirma nas estatísticas”, citando mortes causadas pela falta de medicamentos e mais de 100 mil cirurgias que não podem ser realizadas devido aos apagões e à escassez de combustível para os geradores de apoio.
O presidente também agradeceu a solidariedade internacional a Cuba e conclamou as novas gerações a assumirem um papel protagonista na transformação do país, encerrando sua fala com uma mensagem de esperança e confiança na capacidade do povo cubano de superar as adversidades.
“A única ameaça à segurança na região, a verdadeira e real ameaça à paz mundial e à vida humana é a política de agressões que provoca fome, empobrecimento, migrações desordenadas, caos, instabilidade e dezenas de milhares de mortes em todo o mundo”, concluiu o presidente.





