
O que mais chamou atenção, no entanto, foi o uso de um símbolo cristão — tradicionalmente reverenciado por milhões — no contexto de um embate político com o Vaticano.
A justificativa não conteve a reação. A Reuters registrou críticas de aliados conservadores e religiosos, entre eles Brilyn Hollyhand e Riley Gaines, que classificaram a publicação como blasfema e cobraram mais humildade do presidente. A reação negativa também apareceu entre apoiadores habituais de Trump, o que ampliou o peso político do episódio.
A resposta também veio da Igreja Católica. O arcebispo Paul S. Coakley lamentou as declarações de Trump contra Leão XIV e afirmou que o papa “não é seu rival, nem um político”. Marjorie Taylor Greene, que já esteve entre as vozes mais próximas do trumpismo, também condenou a imagem e disse estar “rezando contra isso”.
Até a primeira-ministra da Itália reclamou.






