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Cury rebate suspeitas sobre crescimento nas redes e fala em “Revolução silenciosa”

“Eu não estou atrás de poder. Não é cargo. As pessoas perguntam se estou eufórico. Não, eu estou alegre, mas preocupado, precisamos pensar no Brasil em 2027”, disse.

Cury rebate suspeitas sobre crescimento nas redes e fala em “Revolução silenciosa”

“Eu não estou atrás de poder. Não é cargo. As pessoas perguntam se estou eufórico. Não, eu estou alegre, mas preocupado, precisamos pensar no Brasil em 2027”, disse.

O candidato do Avante à Presidência, Augusto Cury, negou ter usado robôs ou contratado influenciadores para aumentar sua presença nas redes sociais após avançar de 2% para 11% das intenções de voto no primeiro turno da pesquisa BTG/Nexus, divulgada nesta segunda (31).

Durante agenda no Sebrae, em Curitiba, Cury disse que recebeu o resultado com alegria, mas afirmou estar “preocupado com o Brasil em 2027”. Para ele, o desafio não se limita à disputa eleitoral. “O problema não é perder a Presidência da República, o problema é ganhar a Presidência e pacificar esta nação”, declarou.

O candidato afirmou que não busca um cargo e rejeitou a ideia de euforia com o desempenho no levantamento. “Eu não estou atrás de poder. Não é cargo. As pessoas perguntam se estou eufórico. Não, eu estou alegre, mas preocupado, precisamos pensar no Brasil em 2027”, disse.

A pesquisa registrou uma alta de nove pontos percentuais para Cury em relação ao levantamento anterior, no qual ele tinha 2%. O resultado o colocou com 11% das intenções de voto no primeiro turno.

Segundo o candidato, a campanha investiu cerca de R$ 50 mil nas redes sociais. “Não tem história de robô. Na verdade, são milhões de pessoas que acreditam na pacificação e estão cansadas desta polarização insana”, afirmou.

Cury atribuiu o aumento de sua visibilidade digital ao primeiro debate presidencial. “O que aconteceu foi uma revolução totalmente silenciosa a partir do primeiro debate”, declarou.

Ao falar sobre os 2 milhões de seguidores que diz ter conquistado, o candidato classificou o avanço como “um movimento nunca visto” e afirmou: “As pessoas estão vendo sinceridades nas nossas propostas”.